Closet de carioca e de todas as brasileiras que amam praia...e que nem coração de mãe: sempre cabe mais um biquíni. Mas não qualquer biquíni. Rata de praia só faz jus ao titulo se circular com "o" biquíni, aquele modelo definitivo que vai entrar para os anais como a cara do verão 2012. Ei-lo: dois triângulos em cima (cortininha ou não), dois na parte de baixo (lacinho ou tiras finas, corte reto e cintura baixa). Nem grande demais como em outros verões, nem pequenino e abusado como nos anos 80. Sem ferragens, sem top de bojo retorcido (cruzes!), sem bordados, drapeados ou recortes. Em outras palavras, simples e confortável, pensado para tomar sol. "A moda praia tem de servir para o que o nome sugere". Ate que enfim as pessoas acordaram para isso!, Que venha o VERÃO!!!terça-feira, 11 de outubro de 2011
O biquini do verao descomplicou!!!
Closet de carioca e de todas as brasileiras que amam praia...e que nem coração de mãe: sempre cabe mais um biquíni. Mas não qualquer biquíni. Rata de praia só faz jus ao titulo se circular com "o" biquíni, aquele modelo definitivo que vai entrar para os anais como a cara do verão 2012. Ei-lo: dois triângulos em cima (cortininha ou não), dois na parte de baixo (lacinho ou tiras finas, corte reto e cintura baixa). Nem grande demais como em outros verões, nem pequenino e abusado como nos anos 80. Sem ferragens, sem top de bojo retorcido (cruzes!), sem bordados, drapeados ou recortes. Em outras palavras, simples e confortável, pensado para tomar sol. "A moda praia tem de servir para o que o nome sugere". Ate que enfim as pessoas acordaram para isso!, Que venha o VERÃO!!!O biquini do verao descomplicou!!!
Closet de carioca e de todas as brasileiras que amam praia...e que nem coração de mãe: sempre cabe mais um biquíni. Mas não qualquer biquíni. Rata de praia só faz jus ao titulo se circular com "o" biquíni, aquele modelo definitivo que vai entrar para os anais como a cara do verão 2012. Ei-lo: dois triângulos em cima (cortininha ou não), dois na parte de baixo (lacinho ou tiras finas, corte reto e cintura baixa). Nem grande demais como em outros verões, nem pequenino e abusado como nos anos 80. Sem ferragens, sem top de bojo retorcido (cruzes!), sem bordados, drapeados ou recortes. Em outras palavras, simples e confortável, pensado para tomar sol. "A moda praia tem de servir para o que o nome sugere". Ate que enfim as pessoas acordaram para isso!, Que venha o VERÃO!!!domingo, 9 de outubro de 2011
OUSADIA - Joumana Haddad...
Sou grande admiradora dessa mulher!!! Descubra o porque sabendo um pouco da sua trajetoria!
--- Joumana Haddad, 41, jornalista, tradutora e poeta erótica, não admite ser encaixada no estereótipo da mulher árabe. Submissão e recato, nem pensar. A libanesa domina com desembarco sete línguas. E exuberante. Apaixonada por livros, prepara-se para fazer doutorado em tradução literária. Editora do principal Jornal do Líbano. An-Nahar, ela também e criadora da revista Jasad (corpo, em árabe). A revista, ousada ate para os padrões mais liberais, abrange assuntos como masturbação, homossexualidade e poligamia e e vendida lacrada, para evitar qualquer tipo de censura. As ameaças contra seu trabalho essas tem sido inevitáveis. A forca de Joumana parece ter vindo da dura realidade vivida durante a guerra civil libanesa (1975-1990). Como tantas outras adolescentes em Beirute, não teve alternativas de lazer a não ser os livros. Mergulhou nas obras de Balzac, Victor Hugo, Marques de Sade. Casou-se aos 19. Abandonou o curso de medicina depois de dois anos para se formar em letras. E mãe de dois filhos, um de 11 e outro de 18. O ultimo atrevimento da jornalista-poeta foi matar a mais famosa personagem da literatura árabe - talvez uma das mais conhecidas da literatura universal. Na obra Eu Matei Sherazade, que esta sendo lançada no Brasil, Joumana critica a protagonista de As Mil e Uma Noites. Em entrevista feita por email para a revista CRIATIVA, ela afirma que Sherazade ensina as mulheres a fazerem "concessões e negociacoes sobre seus livros". Confira:
1- Você diz que os ocidentais se prendem ao estereótipo da mulher árabe reprimida. A culpa e só da midia ou há algo a mais por trás disso?
A midia tem grande participação nisso. Existe uma atenção especial a imagem de vitima. Não que o "estereótipo da oprimida". não seja verdade. Infelizmente, e. Mas também há outra mulher árabe, independente, livre, emancipada. Ela merece ser ouvida.
2- Você acredita na existência de uma típica mulher "árabe", "latina", "europeia"?
Acredito na existência de indivíduos. Claro que há diferenças entres nos, e e importante que protejamos e celebremos essas diferenças. Mas não podemos ser rotuladas com base nelas. A essência de cada pessoa e única.
3- O titulo e chocante para quem acredita na astucia de Sherazade [a personagem engana o rei, que matava todas as suas esposas, ao contar historias que só acabam no dia seguinte]. Você diz que nunca gostou dela por não ter sido rebelde. Se ela se rebelasse, não teria morrido?
Eu disse que essa forma de sobrevivencia e compreensivel na época em que as historias foram escritas [entre os séculos 9 e 14, estima-se]. Mas não hoje. Nos não deveríamos negociar nossos direitos mais básicos, e muitas vezes fazemos isso espontâneamente. Existem tantas Sherazades modernas, não só no Oriente, mas também no Ocidente. As mulheres fazem concessões de diferentes formas, e nos devemos lutar contra aquela negociadora que existe em nos.
4- A obra As Mil e Uma Noites tem como conteúdo erótico. O isla, em geral, permite o prazer sexual. Isso a influenciou a fazer poesia erótica ou você teve outras referencias, como os livros do Marques de Sade?
O Isla permite que os homens façam sexo por prazer, sob o "Zawaj al Mutaa" [ou "casamento temporário", uma instituição bastante controversa entre mulcumanos xiitas]. Os direitos da mulher nesses casamentos são quase mínimos. Elas são usadas e podem ser descartadas a qualquer hora. Sou de uma família crista conservadora e acredito que tanto o islamismo quanto o cristianismo negam as mulheres sua liberdade e seu direitos sexuais.
5- Você cita muito feministas árabes, como a marroquina Fátima Mernissi . e a egípcia Nawal Al-Saadawi. O que aprendeu com elas?
Não concordo com todo o discurso delas. Não acredito, por exemplo, no que Mernissi chama de 'feminismo islamico' [segundo Mernissi, todas as instituicoes sexuais islâmicas, como poligamia, podem ser vistas como uma estratégia para conter o poder das mulheres em vez de uma forma de poder dos homens]. Apesar disso, elas e outras mulheres que se levantaram a favor de sua feminilidade tem sido uma grande inspiração para mim.
6- Como suas conterrâneas reagiram ao livro? Era sua intenção convoca-las para que lutassem contra suas condicoes?
Essa foi uma de minhas intencoes. E, como acontece com tudo o que eu digo e faço, algumas mulheres me agradeceram por dizer e fazer o que elas não ousavam dizer nem fazer. Outras não suportaram minha franqueza.
7- O que você diria a elas para que mudassem sua realidade?
Não e estranho que só as mulheres tenham de usar o véu? Já viu um homem usando uma burca? Por que você tem que ser a única a carregar essas marcas tradicionais? Isso e absurdo e humilhante e e usado para controlar você. Defenda-se e lute pelo direito de ser igual aos homens!
8- Você vê o uso do hijab e de roupas islâmicas como um sinal de que as muçulmanas são oprimidas?
Acho que o hijab [véu que cobre apenas os cabelos] e um sinal de controle sobre sobre as mulheres. Mas também acho que a superexposicao do corpo feminino, como muitas vezes vemos no Ocidente, e um sinal de opressão. Ambos os extremos suprimem a identidade e a dignidade das mulheres.
9- Por que acha que mais mulheres optam por ser cobrir hoje do que em décadas passadas?
Isso resulta do poder crescente do Isla e do extremismo religioso no mundo árabe. E e uma reacao defensiva aquilo que e erroneamente entendido como "invasão ocidental" nos valores tradicoes e árabes.
10- Com tem sido editar a Jasad [ veja capas abaixo]? E verdade que você foi ameaçada de morte?
A revista aborda a corpo de mulheres e de homens e e lida por ambos. Eu a criei para ajudar a quebrar tabus absurdos que temos nas sociedades e culturas árabes. Recebi muitas ameaças no começo e ainda tenho uma dose diária de insultos. Mas não sou do tipo que se intimida com falicilade.
Palmas para ela!!!
Eu acabei de ler e super recomendo - Autobiografia de tom literaio mostra ímpeto da mulher árabe!
Editora Record.
R$ 29,90.
OUSADIA - Joumana Haddad...
Sou grande admiradora dessa mulher!!! Descubra o porque sabendo um pouco da sua trajetoria!
--- Joumana Haddad, 41, jornalista, tradutora e poeta erótica, não admite ser encaixada no estereótipo da mulher árabe. Submissão e recato, nem pensar. A libanesa domina com desembarco sete línguas. E exuberante. Apaixonada por livros, prepara-se para fazer doutorado em tradução literária. Editora do principal Jornal do Líbano. An-Nahar, ela também e criadora da revista Jasad (corpo, em árabe). A revista, ousada ate para os padrões mais liberais, abrange assuntos como masturbação, homossexualidade e poligamia e e vendida lacrada, para evitar qualquer tipo de censura. As ameaças contra seu trabalho essas tem sido inevitáveis. A forca de Joumana parece ter vindo da dura realidade vivida durante a guerra civil libanesa (1975-1990). Como tantas outras adolescentes em Beirute, não teve alternativas de lazer a não ser os livros. Mergulhou nas obras de Balzac, Victor Hugo, Marques de Sade. Casou-se aos 19. Abandonou o curso de medicina depois de dois anos para se formar em letras. E mãe de dois filhos, um de 11 e outro de 18. O ultimo atrevimento da jornalista-poeta foi matar a mais famosa personagem da literatura árabe - talvez uma das mais conhecidas da literatura universal. Na obra Eu Matei Sherazade, que esta sendo lançada no Brasil, Joumana critica a protagonista de As Mil e Uma Noites. Em entrevista feita por email para a revista CRIATIVA, ela afirma que Sherazade ensina as mulheres a fazerem "concessões e negociacoes sobre seus livros". Confira:
1- Você diz que os ocidentais se prendem ao estereótipo da mulher árabe reprimida. A culpa e só da midia ou há algo a mais por trás disso?
A midia tem grande participação nisso. Existe uma atenção especial a imagem de vitima. Não que o "estereótipo da oprimida". não seja verdade. Infelizmente, e. Mas também há outra mulher árabe, independente, livre, emancipada. Ela merece ser ouvida.
2- Você acredita na existência de uma típica mulher "árabe", "latina", "europeia"?
Acredito na existência de indivíduos. Claro que há diferenças entres nos, e e importante que protejamos e celebremos essas diferenças. Mas não podemos ser rotuladas com base nelas. A essência de cada pessoa e única.
3- O titulo e chocante para quem acredita na astucia de Sherazade [a personagem engana o rei, que matava todas as suas esposas, ao contar historias que só acabam no dia seguinte]. Você diz que nunca gostou dela por não ter sido rebelde. Se ela se rebelasse, não teria morrido?
Eu disse que essa forma de sobrevivencia e compreensivel na época em que as historias foram escritas [entre os séculos 9 e 14, estima-se]. Mas não hoje. Nos não deveríamos negociar nossos direitos mais básicos, e muitas vezes fazemos isso espontâneamente. Existem tantas Sherazades modernas, não só no Oriente, mas também no Ocidente. As mulheres fazem concessões de diferentes formas, e nos devemos lutar contra aquela negociadora que existe em nos.
4- A obra As Mil e Uma Noites tem como conteúdo erótico. O isla, em geral, permite o prazer sexual. Isso a influenciou a fazer poesia erótica ou você teve outras referencias, como os livros do Marques de Sade?
O Isla permite que os homens façam sexo por prazer, sob o "Zawaj al Mutaa" [ou "casamento temporário", uma instituição bastante controversa entre mulcumanos xiitas]. Os direitos da mulher nesses casamentos são quase mínimos. Elas são usadas e podem ser descartadas a qualquer hora. Sou de uma família crista conservadora e acredito que tanto o islamismo quanto o cristianismo negam as mulheres sua liberdade e seu direitos sexuais.
5- Você cita muito feministas árabes, como a marroquina Fátima Mernissi . e a egípcia Nawal Al-Saadawi. O que aprendeu com elas?
Não concordo com todo o discurso delas. Não acredito, por exemplo, no que Mernissi chama de 'feminismo islamico' [segundo Mernissi, todas as instituicoes sexuais islâmicas, como poligamia, podem ser vistas como uma estratégia para conter o poder das mulheres em vez de uma forma de poder dos homens]. Apesar disso, elas e outras mulheres que se levantaram a favor de sua feminilidade tem sido uma grande inspiração para mim.
6- Como suas conterrâneas reagiram ao livro? Era sua intenção convoca-las para que lutassem contra suas condicoes?
Essa foi uma de minhas intencoes. E, como acontece com tudo o que eu digo e faço, algumas mulheres me agradeceram por dizer e fazer o que elas não ousavam dizer nem fazer. Outras não suportaram minha franqueza.
7- O que você diria a elas para que mudassem sua realidade?
Não e estranho que só as mulheres tenham de usar o véu? Já viu um homem usando uma burca? Por que você tem que ser a única a carregar essas marcas tradicionais? Isso e absurdo e humilhante e e usado para controlar você. Defenda-se e lute pelo direito de ser igual aos homens!
8- Você vê o uso do hijab e de roupas islâmicas como um sinal de que as muçulmanas são oprimidas?
Acho que o hijab [véu que cobre apenas os cabelos] e um sinal de controle sobre sobre as mulheres. Mas também acho que a superexposicao do corpo feminino, como muitas vezes vemos no Ocidente, e um sinal de opressão. Ambos os extremos suprimem a identidade e a dignidade das mulheres.
9- Por que acha que mais mulheres optam por ser cobrir hoje do que em décadas passadas?
Isso resulta do poder crescente do Isla e do extremismo religioso no mundo árabe. E e uma reacao defensiva aquilo que e erroneamente entendido como "invasão ocidental" nos valores tradicoes e árabes.
10- Com tem sido editar a Jasad [ veja capas abaixo]? E verdade que você foi ameaçada de morte?
A revista aborda a corpo de mulheres e de homens e e lida por ambos. Eu a criei para ajudar a quebrar tabus absurdos que temos nas sociedades e culturas árabes. Recebi muitas ameaças no começo e ainda tenho uma dose diária de insultos. Mas não sou do tipo que se intimida com falicilade.
Palmas para ela!!!
Eu acabei de ler e super recomendo - Autobiografia de tom literaio mostra ímpeto da mulher árabe!
Editora Record.
R$ 29,90.
sábado, 8 de outubro de 2011
Mistura inusitada...
Com o verão chegando e a temperatura subindo... Nada melhor do que se jogar nas sorveterias e se deliciar fazendo uma total degustao dentre tantas novidades!!!
Sabores aparentemente incogruentes como pistache e framboesa, pitanga e chocolate, ou hortelã com uva viram regra nas sorveterias cinco estrelas. Assim como a moda aposta na combinação de opostos para chegar a um look final equilibrado e elegante, a gastronomia também vem incrementando a mistura de sabores e conceitos aparentemente incongruentes para satisfazer paladares sofisticados e que detestam mesmice. O azedinho suave da pitanga e a aposta do chef Laurent Suaudeau para a Vipiteno, sorveteria paulistana inaugurada pelo francês há três anos. Pouca calória e antioxidante, a fruta se traduz num sorvete bem perfumado, que fica delicioso sozinho ou acompanhando outra sobremesa. Surpreenda ao servi-lo como par do petit gateau de chocolate e sinta a diferença do toque azedinho da fruta doce. Misturas inusitadas são a especialidade da carioca Mil Frutas, que traz três inovacoes: rosas com franbroesa e pistache, agua de flor de laranjeira; e maracujá com mel e alecrim. Já a tradicional Itália, também carioca, garante que a mistura mais quente será hortelã com uva, refrescante na medida certa para o calor saariano do Rio. Se você não abre mão do chocolate nem nos meses torridos, a Diletto, especializada em picoles gourmets, sugere um sorbet feito com 70% de cacau ( famoso por seu paladar) e, grande ousadia, nada de leite. Diletto: Empório Santa Maria - Avenida Cidade Jardim, 790, SP.
Mil Frutas: Shopping Cidade Jardim e R: Garcia D' Avila, 134, loja A, RJ.
Sorveteria Italia: R. Almirante Guilem, 317, loja A, RJ.
Vipiteno: Rua Manoel Guedes, 85, SP.
Mistura inusitada...
Com o verão chegando e a temperatura subindo... Nada melhor do que se jogar nas sorveterias e se deliciar fazendo uma total degustao dentre tantas novidades!!!
Sabores aparentemente incogruentes como pistache e framboesa, pitanga e chocolate, ou hortelã com uva viram regra nas sorveterias cinco estrelas. Assim como a moda aposta na combinação de opostos para chegar a um look final equilibrado e elegante, a gastronomia também vem incrementando a mistura de sabores e conceitos aparentemente incongruentes para satisfazer paladares sofisticados e que detestam mesmice. O azedinho suave da pitanga e a aposta do chef Laurent Suaudeau para a Vipiteno, sorveteria paulistana inaugurada pelo francês há três anos. Pouca calória e antioxidante, a fruta se traduz num sorvete bem perfumado, que fica delicioso sozinho ou acompanhando outra sobremesa. Surpreenda ao servi-lo como par do petit gateau de chocolate e sinta a diferença do toque azedinho da fruta doce. Misturas inusitadas são a especialidade da carioca Mil Frutas, que traz três inovacoes: rosas com franbroesa e pistache, agua de flor de laranjeira; e maracujá com mel e alecrim. Já a tradicional Itália, também carioca, garante que a mistura mais quente será hortelã com uva, refrescante na medida certa para o calor saariano do Rio. Se você não abre mão do chocolate nem nos meses torridos, a Diletto, especializada em picoles gourmets, sugere um sorbet feito com 70% de cacau ( famoso por seu paladar) e, grande ousadia, nada de leite. Diletto: Empório Santa Maria - Avenida Cidade Jardim, 790, SP.
Mil Frutas: Shopping Cidade Jardim e R: Garcia D' Avila, 134, loja A, RJ.
Sorveteria Italia: R. Almirante Guilem, 317, loja A, RJ.
Vipiteno: Rua Manoel Guedes, 85, SP.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Campanha Mundial OUTUBRO ROSA!!!
Outubro e o mês de apoio mundial a mulher na luta contra o câncer de mama.
O câncer de mama e o que mais mata mulheres no Brasil. A maioria das mulheres são diagnosticadas em estagio avançado da doença, o que dificulta o tratamento.
O câncer de mama e o que mais mata mulheres no Brasil. A maioria das mulheres são diagnosticadas em estagio avançado da doença, o que dificulta o tratamento.
1- Alimentação saudável.
2- Atividade física regular.
3- Peso na medida certa.
4- Evitar bebidas alcoólicas.
5- Não fumar.
Alem de comportamentos saudáveis, o câncer de mama pode ser evitado quando a mulher procura sinais iniciais da doença.
O câncer de mama tem cura se for descoberto no inicio!
A mamografia e o melhor exame para diagnosticar o Câncer de mama. Com este exame e possível descobrir o nodulo quando ele ainda tem menos de um centímetro e ainda pode ser apalpado.
E importante, também, que a mulher conheça as suas mamas. Para isso ela deve fazer o auto-exame mensal, alem de ser examinada por um profissional de saúde todos os anos.
Pela vida das mulheres, vamos fortalecer este laço!
Apoio: LAB IMAGEM - Diagnostico Avancado em Medicina.
Se toca mulher!!!
Assinar:
Postagens (Atom)





