domingo, 4 de novembro de 2012

Dinheiro pode comprar felicidade, aponta estudo

Ditado popular é desmentido por pesquisa que relaciona riqueza e bem-estar pessoal



Um artigo de Nilton Kleina publicado no Tecmundo mostra que um estudo feito na Inglaterra tenta destruir o mito de que dinheiro não trás felicidade.

Uma das frases mais clichês da história da humanidade foi desmentida por um estudo publicado pelo Institute of Economic Affairs (IEA), na Inglaterra. De acordo com a pesquisa, o dinheiro pode comprar felicidade – e não há um limite para isso, já que mesmo as pessoas mais ricas ficariam mais felizes à medida que enchem ainda mais os bolsos.

A partir de dados econômicos coletados de 126 países, o estudo mostra que os rendimentos financeiros estão diretamente ligados ao bem-estar de uma pessoa – e, consequentemente, à felicidade geral de uma nação. A pesquisa apontou que um aumento em 20% do patrimônio de uma pessoa significa quase a mesma taxa em satisfação e alegria. 

Segundo o Daily Mail, outra conclusão importante do estudo, formulado por acadêmicos de vários países europeus, é de que os milionários mantêm um sorriso no rosto durante toda a vida, contrariando a teoria de que a felicidade das pessoas mais ricas tende a cair ou estagnar depois de certo acúmulo material. 

Dinheiro pode comprar felicidade, aponta estudo

Ditado popular é desmentido por pesquisa que relaciona riqueza e bem-estar pessoal



Um artigo de Nilton Kleina publicado no Tecmundo mostra que um estudo feito na Inglaterra tenta destruir o mito de que dinheiro não trás felicidade.

Uma das frases mais clichês da história da humanidade foi desmentida por um estudo publicado pelo Institute of Economic Affairs (IEA), na Inglaterra. De acordo com a pesquisa, o dinheiro pode comprar felicidade – e não há um limite para isso, já que mesmo as pessoas mais ricas ficariam mais felizes à medida que enchem ainda mais os bolsos.

A partir de dados econômicos coletados de 126 países, o estudo mostra que os rendimentos financeiros estão diretamente ligados ao bem-estar de uma pessoa – e, consequentemente, à felicidade geral de uma nação. A pesquisa apontou que um aumento em 20% do patrimônio de uma pessoa significa quase a mesma taxa em satisfação e alegria. 

Segundo o Daily Mail, outra conclusão importante do estudo, formulado por acadêmicos de vários países europeus, é de que os milionários mantêm um sorriso no rosto durante toda a vida, contrariando a teoria de que a felicidade das pessoas mais ricas tende a cair ou estagnar depois de certo acúmulo material. 

sábado, 3 de novembro de 2012

Homens sentem mais atração por mulheres burras

Homens sentem mais atração por mulheres burras e imaturas, afirmam cientistas

A afirmação é de cientistas da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, que postulam que a reprodução ainda é um de nossos objetivos primários.

Os investigadores disseram que, em sua essência, o macho da espécie havia mudado pouco desde os tempos de Neandertal, quando a reprodução era seu objetivo principal. No fim das contas, o ser humano ainda tem muito dos primeiros hominídeos, mesmo depois de mais de 35 mil anos.

Cari Goetz e seus colegas criaram uma lista com 88 fatores que podem fazer a mulher parecer mais sexy e, depois, mostraram fotos ilustrando essas mesmas características para 76 homens.

Os homens tiveram de avaliar seu desejo por cada uma das características apresentadas e descobriu-se que possíveis pontos positivos, como os físicos, não influenciam tanto no desejo sexual. Pelo contrário, a vulnerabilidade psicológica – como quando a mulher é mais imatura ou não tão inteligente – mostrou-se chave. Na opinião dos homens da pesquisa, as mais atraentes eram as mais vulneráveis, e não as mais inteligentes, justamente por serem “presas” mais fáceis.

Contudo, o interesse deles cai significantemente quando questionados sobre a possibilidade de relacionamentos duradouros com essas mulheres. 

Conclusão: a avaliação da vulnerabilidade imediata de uma mulher pode ser central para a ativação de mecanismos psicológicos relacionados à “exploração” sexual. 


Homens sentem mais atração por mulheres burras

Homens sentem mais atração por mulheres burras e imaturas, afirmam cientistas

A afirmação é de cientistas da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, que postulam que a reprodução ainda é um de nossos objetivos primários.

Os investigadores disseram que, em sua essência, o macho da espécie havia mudado pouco desde os tempos de Neandertal, quando a reprodução era seu objetivo principal. No fim das contas, o ser humano ainda tem muito dos primeiros hominídeos, mesmo depois de mais de 35 mil anos.

Cari Goetz e seus colegas criaram uma lista com 88 fatores que podem fazer a mulher parecer mais sexy e, depois, mostraram fotos ilustrando essas mesmas características para 76 homens.

Os homens tiveram de avaliar seu desejo por cada uma das características apresentadas e descobriu-se que possíveis pontos positivos, como os físicos, não influenciam tanto no desejo sexual. Pelo contrário, a vulnerabilidade psicológica – como quando a mulher é mais imatura ou não tão inteligente – mostrou-se chave. Na opinião dos homens da pesquisa, as mais atraentes eram as mais vulneráveis, e não as mais inteligentes, justamente por serem “presas” mais fáceis.

Contudo, o interesse deles cai significantemente quando questionados sobre a possibilidade de relacionamentos duradouros com essas mulheres. 

Conclusão: a avaliação da vulnerabilidade imediata de uma mulher pode ser central para a ativação de mecanismos psicológicos relacionados à “exploração” sexual. 


sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Concurso de Fotografias da National Geographic

Como líder na captura de nosso mundo através de imagens brilhantes, National Geographic, a revista de fotografia e jornalismo mais importante do mundo, realiza anualmente um dos concursos mais esperados pelos fotógrafos do mundo inteiro. Um concurso que define o padrão de excelência fotográfica. No ano passado, a Revista recebeu mais de 20.000 imagens enviadas por 6.615 fotógrafos, amadores e profissionais, de mais de 130 países.

Bem, a época é agora. Você pode enviar suas melhores fotos em qualquer uma das três categorias: pessoas, lugares e natureza. Mas fique sabendo que o páreo é duro. A qualidade das fotografias liberadas pelo site da revista é de tirar o fôlego.

O vencedor do Grande Prêmio receberá US$ 10 mil dólares em dinheiro e uma viagem para a sede da National Geographic em Washington, DC, para participar do Seminário Anual de Fotografia da National Geographic a ser realizado em Janeiro de 2013. 

Vejam algumas fotos de encher os olhos:
















































































































































































































































































































































































Concurso de Fotografias da National Geographic

Como líder na captura de nosso mundo através de imagens brilhantes, National Geographic, a revista de fotografia e jornalismo mais importante do mundo, realiza anualmente um dos concursos mais esperados pelos fotógrafos do mundo inteiro. Um concurso que define o padrão de excelência fotográfica. No ano passado, a Revista recebeu mais de 20.000 imagens enviadas por 6.615 fotógrafos, amadores e profissionais, de mais de 130 países.

Bem, a época é agora. Você pode enviar suas melhores fotos em qualquer uma das três categorias: pessoas, lugares e natureza. Mas fique sabendo que o páreo é duro. A qualidade das fotografias liberadas pelo site da revista é de tirar o fôlego.

O vencedor do Grande Prêmio receberá US$ 10 mil dólares em dinheiro e uma viagem para a sede da National Geographic em Washington, DC, para participar do Seminário Anual de Fotografia da National Geographic a ser realizado em Janeiro de 2013. 

Vejam algumas fotos de encher os olhos:
















































































































































































































































































































































































quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Como funciona o cérebro dos homens


Dez coisas que a mulher deve saber sobre o cérebro masculino

As noções mais populares sobre o cérebro masculino vêm de pesquisas que analisam homens com idades entre 18 e 22 anos – então não é de se surpreender que os estudos digam que eles só pensam em carros, cerveja e sexo. Mas o fato é que o cérebro do homem varia muito de acordo com sua idade. Quer saber mais? Confira 10 coisas que uma mulher deve saber sobre o cérebro de um homem:

Meninos são mais emotivos do que as meninas

Enquanto as mulheres são consideradas mais sensíveis do que os homens, os meninos são considerados mais emotivos do que as meninas. Pesquisas afirmam que os homens não são menos sensíveis quando ficam adultos. Eles simplesmente aprendem a controlar melhor suas emoções. De acordo com um estudo de 2008, publicado no Scandinavian Journal of Psychology, que acompanhou de perto as expressões faciais, os homens demonstram suas emoções até perceberem que os outros estão conscientes de suas reações. Após esse momento eles adotam uma expressão neutra e fingem que não estão nem aí. Isso por que, desde cedo, os meninos aprendem que se emocionar “não é coisa de macho”.

Os homens são mais vulneráveis à solidão

Os homens mais velhos parecem particularmente vulneráveis, disse o Dr. Louann Brizendine, professor de psicologia clínica na Universidade da Califórnia, em São Francisco, e autor de "O Cérebro Masculino". Homens não são tão extrovertidos quanto as mulheres, o que agrava a sensação de solidão. Entretanto, viver com uma mulher pode ajudar bastante. Segundo estudos, os homens com relacionamentos estáveis ​​tendem a ser mais saudáveis, vivem mais e com níveis hormonais que podem indicar diminuição da ansiedade.

Eles se preocupam com as soluções

Pensar que as mulheres sentem mais compaixão do que os homens e se importam mais com os problemas é um mito. A verdade é que, em vez de ficar se preocupando com o problema, o homem se concentra imediatamente na solução – o que dá a impressão que ele se importa menos. Então quando você e seu namorado estiverem perdidos na estrada e ele não quiser parar para pedir informações, saiba que é porque todo o cérebro dele está se esforçando para achar uma solução por conta própria.

Os homens precisam "analisar" as mulheres ao seu redor

Embora muitas vezes ligada a agressão e hostilidade, a testosterona também é o hormônio da libido. E os homens, pelo fato de terem seis vezes mais testosterona no sangue do que as mulheres, têm dificuldade em controlar seus impulsos naturais. A testosterona prejudica a região do controle de impulsos do cérebro, disse Pranjal Mehta, um psicólogo social da Universidade de Columbia, em Nova York. 
Eles muitas vezes esquecem a mulher logo que ela esteja fora do seu campo visual, afirmou o Dr. Louann Brizendine. Então a olhada que seu companheiro dá para a loira oxigenada que passou por perto não é de propósito – ele estaria no “piloto automático”.





Ciúmes? Os homens necessitam "defender o território"

"Parte do trabalho masculino, evolutivamente falando, é defender o território", disse Brizendine. Mais pesquisas são necessárias em humanos, mas em outros mamíferos do sexo masculino, a área do cérebro "defender o território" é maior do que das mulheres ", disse ele.
Enquanto as mulheres têm crises de possessividade, os homens são muito mais propensos a tornar-se violentos quando confrontados com uma ameaça à sua vida amorosa ou território. . Isso por que a área do cérebro que estimula essas reações em qualquer mamífero que seja macho é maior do que nas fêmeas.

Necessidade de um chefe

Ou eles são os chefes ou precisam ter um. Estudos mostram que homens que estão em uma hierarquia instável e mal-estabelecida são mais ansiosos e agressivos. Aqueles que participam de organizações nas quais a hierarquia é bem definida, como no exército, têm níveis menores de testosterona e são menos agressivos entre si.

O cérebro do homem maduro

Durante a evolução, machos mais novos se preocupavam em competir por status e por parceiras, enquanto homens mais velhos davam mais importância à comunidade e à cooperação. E isso acontece até hoje. Os homens parecem concordar, e estudos psicológicos têm demonstrado, que a individualidade tem menos apelo para os homens mais velhos. A mudança é provavelmente auxiliada pelo lento declínio natural de testosterona no homem à medida que envelhece. Mehta e seus colegas descobriram que os homens com altos níveis de testosterona tendem ao "sou mais eu" na concorrência, enquanto aqueles com níveis mais baixos destacam-se em competições que exigem trabalho em equipe. O estudo foi publicado na revista Hormones and Behavior , em 2009.

Preparado para a paternidade

Um estudo de 2000, em "Evolução e Comportamento Humano" diz que o cérebro masculino se torna especialmente preparado para a cooperação nos meses que antecedem o nascimento de seu filho. Os homens passam por mudanças hormonais - a prolactina sobe, a testosterona vai para baixo - o que provavelmente incentiva o comportamento paterno. Supõe-se que os responsáveis por isso sejam os feromônios da mulher grávida, que causariam essas mudanças em seu parceiro, disse Brizendine.


Brincadeiras paternas

Os pais brincam com os filhos de forma diferente do que as mães. Os pais são mais espontâneos e cientistas acham que esse jeito especial faz com que os filhos tenham facilidade de aprendizado, sejam mais confiantes e mais preparados para o mundo, quando chegam à idade adulta.

Homens também querem se casar

A idéia dos solteirões inveterados pode ser um dos maiores mitos sobre a masculinidade. De acordo com estudos, os homens também querem achar a mulher ideal, casar, constituir família e serem felizes para sempre. Alguns homens, claro, têm problemas com o comprometimento, mas 60% da população masculina não teria esse problema (supostamente genético) e deseja se casar-se. E os que já se casaram dizem estar felizes com a escolha e com a vida familiar. [LiveScience]