domingo, 2 de dezembro de 2012

Novo Código Penal – Juristas querem pôr bandidos na rua

A comissão que propôs a reforma do código penal sugere cadeia como punição só para crimes mais graves 

Com exceção dos chamados "crimes de sangue", a ideia é eliminar a pena de prisão se houver o ressarcimento da vítima, isto é, se roubar mas devolver (quando pego) não vai pra cadeia. Um ministro do Supremo tem o topete de defender na corte que criminosos do colarinho branco não cumpram pena em regime fechado.

Roubemos. Se formos pegos, nós devolvemos. Corrupção ativa, corrupção ativa, peculato, desvio de dinheiro público, prevaricação, lavagens de capitais... Está tudo liberado. Mas – já sabe – se forem pegos terão que devolver, talvez até pagar uma multa.


Tudo isso porque alguns juristas andam inventando que o Brasil prende demais, o que também não verdade. O Brasil está em 47º. lugar na lista por 100 mil habitantes. Se prendesse mais, a situação estaria melhor, porque “mais bandido na cadeia: menos violência nas ruas”.

O Brasil tem aproximadamente 500 mil presos. Com uma população de 194 milhões de habitantes, isso significa 258 presos por grupo de 100 mil habitantes. Isso é muito? Nos Estados Unidos eles são 744 por 100 mil. Quase o triplo. Conseqüência: o Brasil tem 24 homicídios por 100 mil habitantes e os Estados Unidos têm 5 por 100 mil. Menos de um quinto.

E a média do Brasil só não é menor por causa de São Paulo. Com pouco mais de 20% da população do Brasil, o estado de São Paulo tem 40% dos presos brasileiros. Isto significa que, tirando o Estado de São Paulo, o Brasil tem apenas 197 presos por 100 mil habitantes.

Ora, não por acaso, o estado que mais prende — São Paulo — viu despencar os índices de violência (a despeito das ocorrências dos últimos dias): o índice de homicídios no estado caiu 63,2% em 10 anos. Em outros estados do Brasil, especialmente no Norte e Nordeste, a violência explodiu.

Vejam o mapa da violência nos Estados do Brasil (número de homicídios por ano):

Número de Homicídios por UF e Região:



Observem que no ano 2000, São Paulo teve 15.631 homicídios e dez anos depois, com uma população maior, esse número passou a 5.745. Já o estado do Pará, que teve 806 homicídios em 2000, chegou em 2010 com 3.482, um aumento de 332%. Na Bahia repetiu-se o fenômeno, tendo passado de 1.223 para 5.288 homicídios (+ 332,4%). Um espanto!

Vejam a seguir o que aconteceu nas capitais. O quadro abaixo lista a taxa de homicídios no ano 2000 e a posição relativa da cidade. Em seguida temos a taxa de homicídios de 2010 e a nova classificação da capital. Assim, Maceió, que ocupava a 8ª posição em 2000, assumiu a liderança em 2010. Com 109,9 homicídios por 100 mil habitantes, Maceió é a capital onde mais se mata no Brasil.

Outros fatos notáveis: Salvador passou da 25ª para a 7ª posição (+ 330, 23%); Rio de Janeiro foi do 6º lugar para o 23º (-57,7%). São Paulo, que estava na 4ª posição no ano 2000 foi para o 27º em 2010, uma diminuição de 79,94%. São Paulo tem, então, a menor taxa de homicídios por cem mil entre as 27 capitais.

Ordenamento das Capitais por Taxas de Homicídio (em 100 mil):


Fonte: todos os números foram extraídos do relatório "Mapa da Violência 2012" do respeitadíssimo Instituto Sangari. (O Instituto Sangari é uma organização internacional que analisa a mortalidade causada por homicídios em 83 países do mundo, principalmente nos 16 países da América Latina). 
Artigo de autoria de um colaborador do Blog

Novo Código Penal – Juristas querem pôr bandidos na rua

A comissão que propôs a reforma do código penal sugere cadeia como punição só para crimes mais graves 

Com exceção dos chamados "crimes de sangue", a ideia é eliminar a pena de prisão se houver o ressarcimento da vítima, isto é, se roubar mas devolver (quando pego) não vai pra cadeia. Um ministro do Supremo tem o topete de defender na corte que criminosos do colarinho branco não cumpram pena em regime fechado.

Roubemos. Se formos pegos, nós devolvemos. Corrupção ativa, corrupção ativa, peculato, desvio de dinheiro público, prevaricação, lavagens de capitais... Está tudo liberado. Mas – já sabe – se forem pegos terão que devolver, talvez até pagar uma multa.


Tudo isso porque alguns juristas andam inventando que o Brasil prende demais, o que também não verdade. O Brasil está em 47º. lugar na lista por 100 mil habitantes. Se prendesse mais, a situação estaria melhor, porque “mais bandido na cadeia: menos violência nas ruas”.

O Brasil tem aproximadamente 500 mil presos. Com uma população de 194 milhões de habitantes, isso significa 258 presos por grupo de 100 mil habitantes. Isso é muito? Nos Estados Unidos eles são 744 por 100 mil. Quase o triplo. Conseqüência: o Brasil tem 24 homicídios por 100 mil habitantes e os Estados Unidos têm 5 por 100 mil. Menos de um quinto.

E a média do Brasil só não é menor por causa de São Paulo. Com pouco mais de 20% da população do Brasil, o estado de São Paulo tem 40% dos presos brasileiros. Isto significa que, tirando o Estado de São Paulo, o Brasil tem apenas 197 presos por 100 mil habitantes.

Ora, não por acaso, o estado que mais prende — São Paulo — viu despencar os índices de violência (a despeito das ocorrências dos últimos dias): o índice de homicídios no estado caiu 63,2% em 10 anos. Em outros estados do Brasil, especialmente no Norte e Nordeste, a violência explodiu.

Vejam o mapa da violência nos Estados do Brasil (número de homicídios por ano):

Número de Homicídios por UF e Região:



Observem que no ano 2000, São Paulo teve 15.631 homicídios e dez anos depois, com uma população maior, esse número passou a 5.745. Já o estado do Pará, que teve 806 homicídios em 2000, chegou em 2010 com 3.482, um aumento de 332%. Na Bahia repetiu-se o fenômeno, tendo passado de 1.223 para 5.288 homicídios (+ 332,4%). Um espanto!

Vejam a seguir o que aconteceu nas capitais. O quadro abaixo lista a taxa de homicídios no ano 2000 e a posição relativa da cidade. Em seguida temos a taxa de homicídios de 2010 e a nova classificação da capital. Assim, Maceió, que ocupava a 8ª posição em 2000, assumiu a liderança em 2010. Com 109,9 homicídios por 100 mil habitantes, Maceió é a capital onde mais se mata no Brasil.

Outros fatos notáveis: Salvador passou da 25ª para a 7ª posição (+ 330, 23%); Rio de Janeiro foi do 6º lugar para o 23º (-57,7%). São Paulo, que estava na 4ª posição no ano 2000 foi para o 27º em 2010, uma diminuição de 79,94%. São Paulo tem, então, a menor taxa de homicídios por cem mil entre as 27 capitais.

Ordenamento das Capitais por Taxas de Homicídio (em 100 mil):


Fonte: todos os números foram extraídos do relatório "Mapa da Violência 2012" do respeitadíssimo Instituto Sangari. (O Instituto Sangari é uma organização internacional que analisa a mortalidade causada por homicídios em 83 países do mundo, principalmente nos 16 países da América Latina). 
Artigo de autoria de um colaborador do Blog

Você tem lavado seu umbigo? Pesquisadores descobriram 1.400 espécies de bactérias no umbigo humano

Um umbigo humano contém cerca de 1400 estirpes de bactérias diferentes. Destas, cerca de 600 eram desconhecidas até agora 

Um grupo de ecologistas da Universidade Estadual da Carolina do Norte realizou um extensivo estudo publicado pela National Geographic para determinar que tipos de criaturas habitam os nossos umbigos, descobrindo que essas cicatrizes deixadas pelo corte do cordão umbilical são verdadeiros ecossistemas. 

Este tem mais bactérias do que a média
Não há necessidade de ir para uma floresta tropical para descobrir um ecossistema rico em biodiversidade desconhecida, basta levantar a camisa e olhar para o umbigo. 

Segundo a publicação, o estudo — batizado de Belly Button Biodiversity — foi realizado com 500 voluntários, que forneceram amostras dos habitantes — isso mesmo, habitantes — de seus umbigos para análise. Os pesquisadores encontraram 1.400 espécies de bactérias nas amostras cedidas, das quais 600 eram desconhecidas pela ciência! 

A ideia era divulgar a ciência de uma forma leve e atrair as pessoas para a microbiologia do corpo humano. “Cada pessoa é uma selva de micróbios tão rica, colorida e dinâmica que há uma probabilidade enorme de o seu corpo hospedar espécies que os cientistas nunca estudaram”, diz a pesquisa. E assim foi, o que começou por ser um projeto divertido, está contribuindo para a descoberta de uma flora completamente nova. 

Os pesquisadores decidiram estender o escopo da pesquisa, avaliando mais umbigos para descobrir a correlação entre as espécies de bactérias encontradas e aspectos como o local de nascimento dos hospedeiros e a constituição de seus sistemas imunológicos, por exemplo. Além disso, os pesquisadores também esperam desvendar como a presença desses microrganismos influencia a saúde de cada um.

Você tem lavado seu umbigo? Pesquisadores descobriram 1.400 espécies de bactérias no umbigo humano

Um umbigo humano contém cerca de 1400 estirpes de bactérias diferentes. Destas, cerca de 600 eram desconhecidas até agora 

Um grupo de ecologistas da Universidade Estadual da Carolina do Norte realizou um extensivo estudo publicado pela National Geographic para determinar que tipos de criaturas habitam os nossos umbigos, descobrindo que essas cicatrizes deixadas pelo corte do cordão umbilical são verdadeiros ecossistemas. 

Este tem mais bactérias do que a média
Não há necessidade de ir para uma floresta tropical para descobrir um ecossistema rico em biodiversidade desconhecida, basta levantar a camisa e olhar para o umbigo. 

Segundo a publicação, o estudo — batizado de Belly Button Biodiversity — foi realizado com 500 voluntários, que forneceram amostras dos habitantes — isso mesmo, habitantes — de seus umbigos para análise. Os pesquisadores encontraram 1.400 espécies de bactérias nas amostras cedidas, das quais 600 eram desconhecidas pela ciência! 

A ideia era divulgar a ciência de uma forma leve e atrair as pessoas para a microbiologia do corpo humano. “Cada pessoa é uma selva de micróbios tão rica, colorida e dinâmica que há uma probabilidade enorme de o seu corpo hospedar espécies que os cientistas nunca estudaram”, diz a pesquisa. E assim foi, o que começou por ser um projeto divertido, está contribuindo para a descoberta de uma flora completamente nova. 

Os pesquisadores decidiram estender o escopo da pesquisa, avaliando mais umbigos para descobrir a correlação entre as espécies de bactérias encontradas e aspectos como o local de nascimento dos hospedeiros e a constituição de seus sistemas imunológicos, por exemplo. Além disso, os pesquisadores também esperam desvendar como a presença desses microrganismos influencia a saúde de cada um.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Atenção mulheres do Brasil: seus problemas acabaram!

Uma substância extraída do cravo da índia promete reduzir em até 60% as dores provocadas pelos desagradáveis puxões das ceras de depilação

Desculpem o exagero do título, mas finalmente nossas preces foram ouvidas. Durante anos morremos de dor na hora da depilação e, confesse, você nunca adiou uma ida ao salão só para se poupar de tanto sofrimento? Mas as coisas mudaram. E mudaram para melhor.


Uma substância extraída do cravo da índia promete reduzir em até 60% as dores provocadas pelos desagradáveis puxões das ceras de depilação. Conhecido como eugenol, ou simplesmente óleo de cravo, o composto - também encontrado na canela e na mirra - tem sido introduzido nas fórmulas de ceras depilatórias para funcionar como um poderoso analgésico, anti-inflamatório e antisséptico natural. 

"Para amenizar ainda mais a dor utilizam-se ativos de Calêndula e Hamamelis (*) antes do procedimento”, explica a dermatologista Daniela Landim (SP). Quem já testou garante que funciona mesmo. Contudo, como o nível de dor varia de acordo com a sensibilidade de cada um, a cera anestésica pode fazer com que a dor praticamente desapareça em algumas pessoas e seja apenas reduzida em outras. 

Pra homem também
“As propriedades presentes nessa substância tornam o processo de depilação bem mais agradável e protegem a pele de qualquer tipo de complicação, pois combatem a ação dos radicais livres e inibem o surgimento de possíveis inflamações”, afirma Claudio Mutti, dermatologista especialista em estética médica pela Sociedade Brasileira de Medicina Estética (SBME). 

No mais, os cuidados para a utilização devem ser os mesmos do que em qualquer procedimento depilatório: evitar sol e cosméticos nas primeiras 24 horas após a depilação.
______________________________________________________________________________

Calêndula
(*) Hamamelis é uma planta muito empregada tanto pela fitoterapia quanto pela homeopatia, devido ao seu grande valor terapêutico. Tem ação adstringente, hemostática, venotônica e vaso protetora; aumenta a elasticidade das veias, diminui a permeabilidade capilar. Trata varizes, hemorroidas e flebites. Pode ser associada a outras plantas, como a Castanha da Índia, para problemas circulatórios. Possui ação cicatrizante. 

Calêndula é uma planta medicinal da família das margaridas tendo na sua composição óleos essenciais, glicósidos amargos e flavonoides. As flores são as responsáveis por sua ação farmacológica e seu emprego na indústria cosmética. A calêndula é usada pelas suas propriedades anti-inflamatórias, anti-sépticas, desinfetantes, cicatrizantes, adstringentes, desintoxicantes e hemostáticas. Tem ação lenitiva, cicatrizante, suavizante e refrescante.

Atenção mulheres do Brasil: seus problemas acabaram!

Uma substância extraída do cravo da índia promete reduzir em até 60% as dores provocadas pelos desagradáveis puxões das ceras de depilação

Desculpem o exagero do título, mas finalmente nossas preces foram ouvidas. Durante anos morremos de dor na hora da depilação e, confesse, você nunca adiou uma ida ao salão só para se poupar de tanto sofrimento? Mas as coisas mudaram. E mudaram para melhor.


Uma substância extraída do cravo da índia promete reduzir em até 60% as dores provocadas pelos desagradáveis puxões das ceras de depilação. Conhecido como eugenol, ou simplesmente óleo de cravo, o composto - também encontrado na canela e na mirra - tem sido introduzido nas fórmulas de ceras depilatórias para funcionar como um poderoso analgésico, anti-inflamatório e antisséptico natural. 

"Para amenizar ainda mais a dor utilizam-se ativos de Calêndula e Hamamelis (*) antes do procedimento”, explica a dermatologista Daniela Landim (SP). Quem já testou garante que funciona mesmo. Contudo, como o nível de dor varia de acordo com a sensibilidade de cada um, a cera anestésica pode fazer com que a dor praticamente desapareça em algumas pessoas e seja apenas reduzida em outras. 

Pra homem também
“As propriedades presentes nessa substância tornam o processo de depilação bem mais agradável e protegem a pele de qualquer tipo de complicação, pois combatem a ação dos radicais livres e inibem o surgimento de possíveis inflamações”, afirma Claudio Mutti, dermatologista especialista em estética médica pela Sociedade Brasileira de Medicina Estética (SBME). 

No mais, os cuidados para a utilização devem ser os mesmos do que em qualquer procedimento depilatório: evitar sol e cosméticos nas primeiras 24 horas após a depilação.
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Calêndula
(*) Hamamelis é uma planta muito empregada tanto pela fitoterapia quanto pela homeopatia, devido ao seu grande valor terapêutico. Tem ação adstringente, hemostática, venotônica e vaso protetora; aumenta a elasticidade das veias, diminui a permeabilidade capilar. Trata varizes, hemorroidas e flebites. Pode ser associada a outras plantas, como a Castanha da Índia, para problemas circulatórios. Possui ação cicatrizante. 

Calêndula é uma planta medicinal da família das margaridas tendo na sua composição óleos essenciais, glicósidos amargos e flavonoides. As flores são as responsáveis por sua ação farmacológica e seu emprego na indústria cosmética. A calêndula é usada pelas suas propriedades anti-inflamatórias, anti-sépticas, desinfetantes, cicatrizantes, adstringentes, desintoxicantes e hemostáticas. Tem ação lenitiva, cicatrizante, suavizante e refrescante.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

1º de dezembro, Dia Mundial de Combate à Aids

Transformar o 1º de dezembro em Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi uma decisão da Assembléia Mundial de Saúde, em outubro de 1987, com apoio da Organização das Nações Unidas - ONU. A data serve para reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV/Aids. A escolha dessa data seguiu critérios próprios das Nações Unidas. No Brasil, a data passou a ser adotada a partir de 1988. 

É preciso fazer desta data um dia de batalha contra a doença, visando a mobilizar a opinião pública sobre a gravidade da doença, mas de amenizar o preconceito sofrido pelos portadores da doença. 

A Aids não é transmitida pelo beijo, abraço, toque, compartilhando talheres, utilizando o mesmo banheiro, pela tosse ou espirro, praticando esportes, na piscina, praia e, antes de tudo, não se pega aids dando a mão ao próximo, seja ele ou não soropositivo.A doença é transmitida por contato entre o sangue contaminado e o sangue não contaminado.