sexta-feira, 1 de março de 2013

O indiano Ziona tem 39 esposas, 94 filhos e 33 netos

Ziona, chefe da seita religiosa chamada ‘Chana’, vive em casa de 100 quartos com 181 familiares

Retrato de Família
Ele vive em uma casa de quatro andares e 100 quartos com 181 membros de sua família na aldeia de Baktawng, no estado indiano de Mizoram. Na verdade, esses números são de 2011; hoje deve ter aumentado muito. A religião de Ziona, que foi fundada por seu pai em 1942, não só permite como incentiva a poligamia 

algumas das esposas de Ziona
O Sr. Ziona disse ao The Sun: “Hoje me sinto como uma criança especial de Deus. Ele me deu tantas pessoas para cuidar. Eu me considero um homem de sorte para ser o marido de 39 mulheres e chefe da maior família do mundo.” 

Residência da Família Ziona
A família é organizada com disciplina quase militar, com a mais velha mulher, Zathiangi, organizando seus companheiros para realizar tarefas domésticas, como limpeza, lavagem e preparação de refeições.
Em apenas um dia eles comem 30 galinhas, 132 quilos de batatas e 220 de arroz

O indiano Ziona tem 39 esposas, 94 filhos e 33 netos

Ziona, chefe da seita religiosa chamada ‘Chana’, vive em casa de 100 quartos com 181 familiares

Retrato de Família
Ele vive em uma casa de quatro andares e 100 quartos com 181 membros de sua família na aldeia de Baktawng, no estado indiano de Mizoram. Na verdade, esses números são de 2011; hoje deve ter aumentado muito. A religião de Ziona, que foi fundada por seu pai em 1942, não só permite como incentiva a poligamia 

algumas das esposas de Ziona
O Sr. Ziona disse ao The Sun: “Hoje me sinto como uma criança especial de Deus. Ele me deu tantas pessoas para cuidar. Eu me considero um homem de sorte para ser o marido de 39 mulheres e chefe da maior família do mundo.” 

Residência da Família Ziona
A família é organizada com disciplina quase militar, com a mais velha mulher, Zathiangi, organizando seus companheiros para realizar tarefas domésticas, como limpeza, lavagem e preparação de refeições.
Em apenas um dia eles comem 30 galinhas, 132 quilos de batatas e 220 de arroz

Antes e depois de milagres da maquiagem

A acidez irreverente de alguns puristas dizem que 90% da beleza feminina pode sair com água e sabão

O maquiador russo Vadim Andreev vem reforçar ainda mais esta ideia com alguns exemplos, mostradas neste post, de maquiagem estética realizadas por ele. Algumas mulheres nem mesmo parecem a mesma depois da maquiagem.

Confiram:

Leia mais em: mdig

Antes e depois de milagres da maquiagem

A acidez irreverente de alguns puristas dizem que 90% da beleza feminina pode sair com água e sabão

O maquiador russo Vadim Andreev vem reforçar ainda mais esta ideia com alguns exemplos, mostradas neste post, de maquiagem estética realizadas por ele. Algumas mulheres nem mesmo parecem a mesma depois da maquiagem.

Confiram:

Leia mais em: mdig

Essa não! Chineses vendem até ovo falsificado

Só faltava essa: fabricantes piratas inventam ovo artificial — e mortífero — na China


Cera de parafina + sulfato de cálcio, na casca; gelatina + corante amarelo na gema, e amido + óxido de alumínio + água na clara: é o mortífero ovo artificial chinês (Foto: iStockPhoto)

Texto de Janaína Silveira, de Pequim, publicado na revista Superinteressante

Ovo Made in China

Elas já falsificaram quase tudo, de eletrônicos a remédios. Mas agora fábricas chinesas piratas apresentam sua nova invenção: o ovo que não é ovo.

Você está andando na rua, passa por um vendedor e vê a oferta: ovos pela metade do preço. Compra uma dúzia, leva para casa e põe na geladeira.

A surpresa acontece quando vai prepará-los. Não são ovos de verdade. São ovos falsificados: uma mistura de gelatina, resina, parafina, gesso, corantes e outras substâncias, que engana o olhar, mas não o paladar – ao colocar o ovo na panela, surge um odor de produto químico sugerindo que aquilo não é comestível.

Se mesmo assim alguém comer o ovo, corre risco de saúde – pois ele contém um ingrediente perigoso, óxido de alumínio. “Ele pode causar retardamento mental”, afirma a nutricionista Viviam Ragasso. A Universidade do Sul da China também estudou os ovos falsos e constatou que seu consumo pode gerar danos neurológicos.

A venda de ovos químicos é um golpe típico do sul da China – tão lucrativa que existem até DVDs piratas ensinando a fazer o produto. Só na primeira metade do ano passado, foram registrados 15 mil casos de violação das leis de segurança alimentar no país, que vive uma epidemia de comida falsa ou adulterada. Tudo porque, na China, o trabalho humano é incrivelmente barato – mais barato até que o das galinhas.

A trapaça alimentar vai além dos ovos químicos. Nos últimos anos, uma fórmula de leite em pó adulterada com melamina (uma espécie de plástico) matou pelo menos seis bebês na China e deixou centenas hospitalizados.

Também houve um caso em que melancias começaram a explodir. Motivo: para produzir – e ganhar – mais, agricultores chineses estavam usando forclorfenurão, um produto químico que acelera o crescimento do vegetal.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

EUA podem provocar terremotos em outros países

O projeto HAARP [High Frequency Active Auroral Research Program] pode provocar "desastres naturais" em qualquer região do mundo


O HAARP teve seu funcionamento iniciado em 1993, no Alasca (EUA). Sua sigla, em português, significa “Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência” e tem, teoricamente, o objetivo de entender melhor o funcionamento das transmissões de rádio na ionosfera, a parte superior da atmosfera.

Oficialmente, o projeto tem como objetivo ampliar o conhecimento científico da ionosfera terrestre, para então melhorar o funcionamento de sistemas de comunicação e navegação, civis e militares. Para tal fim, as antenas do HAARP mandam ondas para a ionosfera com o objetivo de aquecê-la, para então estudar os efeitos das interações de temperaturas e pressão.

A escolha da instalação no Alasca se deve ao fato da ionosfera sobre a região é pouco estável, o que melhora as condições de estudo e não há grandes cidades na proximidade.

A conspiração

O HAARP, ao aquecer a ionosfera, também gera elevação das temperaturas em alguns lugares do mundo e assim como grande parte das produções norte-americanas geram desconfiança de alguns, com o HAARP não poderia ser diferente.

Em 2002, Vladimir Plutin, então presidente russo, apresentou documentos que provavam que os EUA estariam fazendo um aparelho capaz de interferir no mundo todo. O documento afirmava que o projeto norte-americano era uma nova transição da indústria bélica, agora chegando à armas geofísicas. Então seria possível controlar as placas tectônicas, temperatura da atmosfera e até a radiação que se infiltra na Terra pela camada de ozônio, ou seja, países poderiam ser destruídos com grandes desastres naturais.

Terremoto no Haiti
O HAARP pode ser capaz de gerar terremotos. O jornal “Vive”, da Venezuela, teve acesso a alguns documentos que comprovam o uso do HAARP para alterar a geofísica do Caribe e causar o terremoto do Haiti, que na ocasião, causou mais 100 mil mortes.

Mas porque escolher um país tão pobre para destruí-lo? A conspiração sugere que os EUA estavam apenas testando o potencial de sua arma, já que os experimentos nos oceanos não eram suficientes e atacar os inimigos orientais seria suicídio, já que terremotos seriam capazes de destruir poços de petróleo.

Os Estados Unidos então poderiam gerar um bloqueio militar em outros países, através de interferências nas ondas e impedindo que qualquer frequência seja refletida pela atmosfera e até mesmo instrumentos de localização possam ser utilizados.

Como toda teoria da conspiração, não há provas de que o governo utilize o HAARP dessa forma. O que se tem de concreto é que a ionosfera pode ser transformada. Mas será que é somente para isso que os EUA gastarem bilhões de dólares? Não há nada de concreto no investimento empregado no projeto, mas rumores dizem que mais 200 milhões de dólares são gastos anualmente com as antenas do HAARP. O que você acha disso?
Leia a matéria completa em Mistérios do Mundo [Lucas Rabello Madureira]

EUA podem provocar terremotos em outros países

O projeto HAARP [High Frequency Active Auroral Research Program] pode provocar "desastres naturais" em qualquer região do mundo


O HAARP teve seu funcionamento iniciado em 1993, no Alasca (EUA). Sua sigla, em português, significa “Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência” e tem, teoricamente, o objetivo de entender melhor o funcionamento das transmissões de rádio na ionosfera, a parte superior da atmosfera.

Oficialmente, o projeto tem como objetivo ampliar o conhecimento científico da ionosfera terrestre, para então melhorar o funcionamento de sistemas de comunicação e navegação, civis e militares. Para tal fim, as antenas do HAARP mandam ondas para a ionosfera com o objetivo de aquecê-la, para então estudar os efeitos das interações de temperaturas e pressão.

A escolha da instalação no Alasca se deve ao fato da ionosfera sobre a região é pouco estável, o que melhora as condições de estudo e não há grandes cidades na proximidade.

A conspiração

O HAARP, ao aquecer a ionosfera, também gera elevação das temperaturas em alguns lugares do mundo e assim como grande parte das produções norte-americanas geram desconfiança de alguns, com o HAARP não poderia ser diferente.

Em 2002, Vladimir Plutin, então presidente russo, apresentou documentos que provavam que os EUA estariam fazendo um aparelho capaz de interferir no mundo todo. O documento afirmava que o projeto norte-americano era uma nova transição da indústria bélica, agora chegando à armas geofísicas. Então seria possível controlar as placas tectônicas, temperatura da atmosfera e até a radiação que se infiltra na Terra pela camada de ozônio, ou seja, países poderiam ser destruídos com grandes desastres naturais.

Terremoto no Haiti
O HAARP pode ser capaz de gerar terremotos. O jornal “Vive”, da Venezuela, teve acesso a alguns documentos que comprovam o uso do HAARP para alterar a geofísica do Caribe e causar o terremoto do Haiti, que na ocasião, causou mais 100 mil mortes.

Mas porque escolher um país tão pobre para destruí-lo? A conspiração sugere que os EUA estavam apenas testando o potencial de sua arma, já que os experimentos nos oceanos não eram suficientes e atacar os inimigos orientais seria suicídio, já que terremotos seriam capazes de destruir poços de petróleo.

Os Estados Unidos então poderiam gerar um bloqueio militar em outros países, através de interferências nas ondas e impedindo que qualquer frequência seja refletida pela atmosfera e até mesmo instrumentos de localização possam ser utilizados.

Como toda teoria da conspiração, não há provas de que o governo utilize o HAARP dessa forma. O que se tem de concreto é que a ionosfera pode ser transformada. Mas será que é somente para isso que os EUA gastarem bilhões de dólares? Não há nada de concreto no investimento empregado no projeto, mas rumores dizem que mais 200 milhões de dólares são gastos anualmente com as antenas do HAARP. O que você acha disso?
Leia a matéria completa em Mistérios do Mundo [Lucas Rabello Madureira]