domingo, 31 de março de 2013

O amor é cego quando se trata de dinheiro

Será que o orçamento pessoal no vermelho é motivo para adiar um casamento?

Esta dúvida, que pode passar pela cabeça de milhões de namorados ansiosos para se unirem em matrimônio, tem sido respondida por profissionais de várias áreas, desde economistas até psiquiatras.


Em 2004, o administrador gaúcho Gustavo Cerbasi lançou um livro que, com mais de 500 mil cópias vendidas, viria a ser um sucesso absoluto: “Casais inteligentes enriquecem juntos”.

A obra é uma espécie de manual financeiro para uma vida a dois, e defende que o dinheiro é protagonista em qualquer relação. Logo, deve ser tratado como tal desde o princípio, e é natural que influencie uma decisão importante como o casamento.

Pesquisas no Brasil e no exterior, no entanto, mostram que nem sempre a população se baseia nesse princípio. Recentemente, a empresa administradora AmeritradeTD (baseada em Omaha, Nebraska, nos EUA) perguntou a mais de mil cidadãos o seguinte: “Se o seu futuro cônjuge estiver falido, isso influencia sua decisão de se casar”? Seja por falta de escrúpulos ou confiança no futuro, 41% dos entrevistados garantiram que não.

A mesma enquete da AmeritradeTD revelou que 25% dos participantes considerariam adiar o casamento até que as contas voltassem a um nível saudável. Um terço dos pesquisados, mais radicais, afirmam que não teriam problemas em desistir de um casamento no qual o juramento “na riqueza e na pobreza” desse sinais de pender para a segunda opção.

Existe ainda outro problema: mesmo que os namorados consigam se estabelecer materialmente em uma vida conjunta, o complicado jogo entre relacionamento e dinheiro continua. Psicólogos americanos concluíram, em 2009, que atenção excessiva ao dinheiro está ligada a maiores taxas de divórcio.

O homem e a mulher no Brasil estão se casando mais tarde. A faixa etária preferida para subir ao altar, de 20 a 24 anos, está a cada ano perdendo espaço para o período de 25 a 29 anos. Este aumento também pode ser um fator na balança para a escolha.

Um casamento tardio, conforme explicam economistas, abre margem para que o cônjuge carregue consigo mais “histórico financeiro”, o que inclui pontos negativos como dívidas no cartão de crédito e o nome sujo na praça. Apesar disso, o amor ainda parece falar mais alto do que qualquer bancarrota na maior parte dos casos. [Live Science 1 e 2, Revista Veja, Portal R7] [Hypescience/Stephanie]

Mulheres atingem o auge de sua beleza aos 31 anos

Pesquisadores descobriram que as mulheres na faixa dos 30 anos são consideradas mais atraentes do que as jovens de 18


Celebridades atualmente na idade de 31 incluem a
apresentadora de TV Christine Bleakley Foto: GETTY

Os resultados de uma pesquisa com as opiniões de mais de 2.000 homens e mulheres, descobriu que a beleza estava enraizada tanto na personalidade como na aparência. Quando perguntado quando as mulheres são mais atraentes, a maioria respondeu: 31 anos.


A mulher de trinta anos tem atrativos irresistíveis. O autor dessa frase, se estivesse vivo, estaria hoje com 214 anos. Trata-se do romancista francês Honoré de Balzac que imortalizou a expressão mulher balzaquiana para se referir às damas que tinham vivido por mais de três décadas. Desde então, muito tem se especulado sobre essas mulheres, suas dúvidas, dilemas, cobranças íntimas e alheias, expectativas e frustrações. Se Balzac estivesse entre nós o que ele escreveria sobre as atuais balzaquianas? Existe mesmo uma crise nesse período?

Arnaldo Jabor define a balzaca como uma mulher que "se conhece o suficiente para saber quem é, o que quer e quem quer". Poucas mulheres de 30 se incomodam com o que você pensa delas ou sobre o que elas estão fazendo.

Balzac por Balzac - Poucas mulheres leram "A Mulher de Trinta Anos", de Honoré de Balzac, escrito há mais de 180 anos. No livro, o autor a descreve da seguinte forma: "Uma mulher de trinta anos tem atrativos irresistíveis. A mulher jovem tem muitas ilusões, muita inexperiência. Uma nos instrui, a outra quer tudo aprender e acredita ter dito tudo tirando a roupa. (...) Entre elas duas há a distância incomensurável que vai do previsto ao imprevisto, da força à fraqueza. A mulher de trinta anos satisfaz tudo, e a jovem, sob pena de não sê-lo, nada pode satisfazer".

Conforme apontaram os críticos, "Balzac prestou às mulheres um serviço imenso, que elas nunca lhe poderão agradecer suficientemente, pois duplicou para elas a idade do amor... Curou o amor do preconceito da mocidade".

Obesidade pode ser causada por bactéria

Contrariando o senso comum, existem casos de obesidade em que dietas pouco calóricas e rotinas de exercícios físicos aparentemente não fazem qualquer diferença

Segundo estudo feito por pesquisadores da China, o segredo para perder peso (nesses casos) seria combater uma bactéria específica, chamada enterobacter.

Ao longo de 23 semanas, um voluntário com obesidade mórbida (175 kg) se submeteu a uma dieta de grãos integrais, substâncias probióticas e carboidratos não digestivos, feita justamente para inibir a proliferação da enterobacter em seu organismo. Seguindo essa dieta e sem fazer exercícios físicos, o homem perdeu 51 kg, mais do que normalmente se perde após uma cirurgia de redução de estômago (49 kg). Antes do processo, a enterobacter correspondia a 35% da flora intestinal e, depois, chegou a níveis “indetectáveis”.

Outra parte do estudo foi conduzida com ratos criados para não ganhar peso com facilidade. Mesmo sem se exercitar e sendo submetidos a dietas ricas em carboidratos, eles não ganhavam peso. Contudo, aqueles que receberam uma injeção de enterobacter engordaram em pouco tempo.

Embora outros estudos já tenham mostrado um vínculo entre bactérias e obesidade, o pesquisador Liping Zhao descreve os resultados desta pesquisa como “a última peça de evidência que faltava de que bactérias causam obesidade”. O próprio Zhao perdeu mais de 20 kg em dois anos após uma dieta que regulava sua flora intestinal.

Em futuras pesquisas, a equipe espera poder “identificar mais bactérias que induzem obesidade em várias populações humanas”. [New Scientist][Daily Mail UK][Nature] [Hypescience/Guilherme de Souza]

sábado, 30 de março de 2013



Dica de filme: Os Croods — Uma Aventura das Cavernas

Esta é uma pré-história exuberante e fantasiosa, povoada de animais improváveis como cachorros com rabo de lagarto e até uma baleia terrestre

OS CROODS é uma comédia pré-histórica que acompanha a atrapalhada e divertida aventura da primeira família que já habitou a Terra, enquanto eles partem em busca de um nova casa, depois que a caverna do clã foi destruída. O que os Croods não sabiam era que, além das pedras da caverna, existia um mundo novo e fantástico que mudaria suas vidas para sempre.

Os Croods são sobreviventes. Todos os clãs da vizinhança foram devorados por animais selvagens — monstros gigantescos: estamos na pré-história — ou dizimados por doenças fatais, mas os Croods persistem, caçando durante o dia e buscando refúgio na sua caverna à noite.
Assista ao trailer

Xô frizz! Aprenda a domar o cabelo sob o calor e a umidade

Do liso ao crespo, te ajudamos a manter os fios sob controle, com zero frizz, mesmo sob altas temperaturas

Não importa se quer domar um super cacheado  um liso extremo ou um ondulado à la Del Rey. Te ajudamos a não deixar o look cair com o calor e a umidade do verão independentemente do seu tipo de cabelo. Anote as dicas dos experts Lili Santos e Neandro Ferreira, e comece o ano linda!

Do ondulado de diva ao liso total e super cacheado: Emma Stone, Jessica Biel e Beyoncé (Foto: Getty Images)

Cachos sob controle
O segredo para combater o frizz nos cabelos encaracolados ou crespos é usar um ativador de cachos. “Ele vai definir e segurar a forma perfeita ao longo do dia”, explica o top cabeleireiro carioca Neandro Ferreira. O melhor resultado vem quando você aplica o leave-in após o banho, com o cabelo ainda úmido, e deixa os fios secarem naturalmente.
Extra, extra: não se autossabote, viu? “Ficar passando a mão no cabelo muitas vezes faz com que o efeito do produto vá embora e o frizz volte”, alerta Lili Santos do salão paulistano 1838.


Ondulado luminoso
Para manter fios grossos, pesados e ondulados no lugar, a receita certeira é aplicar um leave-in com textura cremosa ou em musse. “Esqueça os que ativam cachos, porque dão um volume indesejado a esse tipo de cabelo”, orienta a expert Lili Santos. Passe o leave-in nas madeixas úmidas e seque com secador. O spray antifrizz final protege contra a (malévola!) umidade.
Extra, extra: antes de sair de casa, sempre – sempre! – certifique-se de que o cabelo está 100% seco. Um mísero 1%, acredite, pode arrepiar tudo!


Liso chapadíssimo
Os óleos finalizadores são os mais indicados para tratar o frizz dos fios fininhos e lisos. O drama é que esse tipo de cabelo é geralmente o mais oleoso... O que fazer? “Nunca aplique o óleo na raiz e saiba que uma gota é suficiente para todo o comprimento”, ensina Lili. Para potencializar o efeito, espalhe uma gotinha antes de secar e outra depois.
Extra, extra: ao longo do dia, dome essa fera (que nem é tão brava, vai?) com um sérum em formato de máscara de cílios. Esses falsos “rimeis” selam os fios e deixam tudo no seu devido lugar. [Revista Glamour]

Obesidade pode causar alterações genéticas?

Se você é obeso, parte da “culpa” é do seu DNA

Se você é obeso, parte da “culpa” pode ser do seu DNA; por outro lado, a própria obesidade pode, também, interferir nele: o gene LY86 está sujeito a alterações químicas causadas pelo excesso de peso, de acordo com o epidemiologista genético Shaoyong Su, da Georgia Regents University (EUA).

Ao analisar parte do genoma de 703 pessoas (obesas, magras e com peso mediano), Su percebeu que o LY86 havia sofrido metilação (uma espécie de mudança química) especialmente e constantemente nos indivíduos obesos. Esse fenômeno eleva o risco de se desenvolver certos tipos de câncer e de doenças cardíacas, além de resistência a insulina (uma das causas da diabetes).

O pesquisador pretende investigar de modo mais detalhado a alteração no LY86: qual seria o peso de fatores externos (como má alimentação e falta de exercícios) e de predisposição genética?

Outro assunto que será analisado (desta vez com animais) é a metilação genética causada durante a gestação – fenômeno que ocorreu em 1944, meses antes do fim da Segunda Guerra Mundial, na Holanda. Muitos habitantes sofriam com escassez de alimentos, e filhos de mulheres que estavam grávidas nessa época apresentaram uma metilação genética que os tornaria mais aptos a sobreviver em um cenário similar. Contudo, havia o outro lado da moeda: nos anos seguintes, o país superou a crise, e a “fartura” fez com que essas crianças tivessem um risco elevado de desenvolver diabetes, doenças cardíacas e outros problemas de saúde.