quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Média de reprise de filme na TV paga chegou a 13 em 2012

De acordo com relatório anual da Ancine, o canal campeão em repetecos foi o HBO Family e o longa-metragem brasileiro mais exibido foi 'Tropa de Elite 2'

Wagner Moura em filmagens de Tropa de Elite 2 (Alexandre Lima/Divulgação)


Para quem acredita que a TV paga seja uma alternativa à mesmice da TV aberta, e desembolsa por mês de 49,90 a 300 reais para ter um pacote de canais selecionados em casa, a nova edição do relatório anual da Ancine (Agência Nacional de Cinema) sobre o mercado da televisão por assinatura traz uma má notícia. O número de reprises de filmes entre os canais pagos chegou a 13 no ano passado, de acordo com o “Informe de Acompanhamento do Mercado - TV Paga - Monitoramento de Programação em 2012”. Mais exatamente, 13,4 - a média de reexibições do canal HBO Family, o campeão no repeteco. O relatório mostra, ainda, que o longa-metragem brasileiro mais exibido foi Tropa de Elite 2.

O número é uma média geral entre duas outras médias: a de repetições de filmes nacionais e a de reexibições de longas estrangeiros. Em média, a HBO Family levou ao ar 4 vezes cada produção nacional de seu catálogo e 13,5 vezes os filmes estrangeiros que tinha na programação no ano passado. Das duas médias, resultou a média geral de 13,4. O vice-campeão no repeteco foi o Telecine Fun, com média geral de 12,2 exibições por filme, e o terceiro colocado foi o MaxPrime, com média geral de 9,9. Depois, vêm Telecine Premium (9,8), Telecine Touch (9,7) e HBO Plus (7,8).

Tomando apenas a média de reprises nacionais, o campeão é o canal Telecine Fun, com média de 11,6 repetecos, seguido pelo Telecine Premium, com média de 9,6 exibições e pelo Telecine Cult, com 8,7. De acordo com a assessoria de imprensa da Ancine, o presidente da entidade, Manoel Rangel, já se comprometeu a regularizar a programação dos canais pagos. Não há, no entanto, previsão para a redução das repetições abusivas. 

Questão nacional

A quantidade de reprises de filmes brasileiros pode estar ligada à recente introdução da cota de conteúdo nacional entre os canais por assinatura. De acordo com a lei 12.485, desde setembro de 2011 os canais são obrigados a ter 3 horas e 30 minutos de sua programação semanal dedicados a produções brasileiras. O catálogo de longas nacionais, reduzido quando comparado ao de filmes americanos, por exemplo, não ofereceria tantas opções aos programadores. O argumento, porém, cai por terra quando se analisa a repetição de longas estrangeiros em 2012 -- 13,5 (HBO Family), 12,2 (Telecine Fun), 9,9 (MaxPrime), 9,8 (Telecine Premium e Telecine Touch).

Com a nova legislação em vigor, o tempo de exibição de conteúdo nacional nos canais a cabo subiu de 1.000 horas e 11 minutos, em 2011, para 2.006 horas e 24 minutos, no ano passado, entre catorze canais de espaço considerado qualificado. Mas, apesar do avanço, os índices de exibição ainda são relativamente baixos, apenas 1,8% da programação total de 2012. O canal Telecine Premium é o recordista, com 6,3% da programação dedicada a filmes brasileiros, seguido pelo Telecine Pipoca, com 5,2%, e pelo Megapix, com 4,5%. [veja.abril]

Henry Cavendish, o cientista mais tímido da história

Entre os cientistas não é difícil encontrar personagens raros, intratáveis, tímidos, misantropos, associais e autistas

Mas o caso de Henry Cavendish (ou a lenda gerada ao redor de sua timidez) possivelmente seja dificilmente equiparável.

Em vida, Henry, descobridor do hidrogênio, que ele chamou de "ar inflamável", publicou simplesmente nada, talvez em parte por sua timidez e seu recato, de maneira que morreu em 1810 e foi necessário chegar a década de 1870 quando descobriram que ele já tinha se antecipado a muitas descobertas posteriores, como a lei de Ohm e a lei de Charles dos gases.

Por conseguinte, apesar de ser um gênio que realizou experimentos pioneiros em muitos campos da ciência, foi um homem particularmente tímido e muito inseguro, talvez porque tinha uma voz muito "patodonaldica", notada quando falava, que era quase nunca. Lord Brougham, o chanceler britânico, disse a propósito de seu silêncio: "provavelmente Henry falou menos palavras no curso de sua vida do que qualquer outro homem que tenha vivido até os oitenta anos de idade, sem excetuar sequer os monges da Trapa". 

Era tão escorregadio que a única imagem que conservamos de Cavendish foi desenhada subrepticiamente enquanto jantava no clube da Royal Society. E, apesar de ter uma grande fortuna, podemos observar que se vestia de forma humilde para não chamar a atenção. 

Ian Crofton, em seu livro "History Without The Boring Bits" acrescenta algo mais sobre as empregadas de Cavendish:

"As serventes femininas de Cavendish recebiam todas suas instruções de forma escrita. Ele era tão fugidio  que construiu uma escada adicional em sua casa só para não ter que se encontrar com sua governanta. Sua vida social limitava-se a reuniões da Sociedade Real, da qual era membro, mas se alguém o inquirisse a respeito de seu trabalho acabava falando sozinho". [ndig]

Nunca deixe de aprender ou começará a ficar burro

Aprender coisas novas, exercitar nossas capacidades cognitivas, muda-nos de um modo observável inclusive em períodos de curta duração

Uma das descobertas mais revolucionárias e recentes da neurociência a propósito da aprendizagem é que, independentemente da idade, nunca é tarde para aprender, e que essa aprendizagem influi profundamente na configuração anatômica de nosso cérebro.

Até há pouco, consideravam que os 20 anos era mais ou menos a idade na qual nosso cérebro estabelecia conexões neuronais mais ou menos fixas. Mas isto não parece ser assim. Nosso cérebro, se assim quisermos, pode mudar até em idades bem avançadas.

Por exemplo, praticar malabares durante três meses produz um incremento da substância cinza de ambos hemisférios cerebrais, na região temporária média e no sulco intraparietal posterior esquerdo (áreas associadas ao processamento e retenção de informação visual complexa do movimento), mesmo que os praticantes já sejam adultos.

Inclusive algo tão comumente considerado próprio de idades infantis como é a capacidade de aprender idiomas novos, segue modificando a morfologia cerebral em idades provectas, tal e qual explica Maria Konnikova em seu ótimo livro "Aprenda a Pensar Como Sherlock Holmes":

"Um grupo de adultos que assistiu a um curso intensivo de nove meses de chinês moderno, reorganizou progressivamente a substância branca cerebral (segundo medições mensais) nas áreas da linguagem do hemisfério esquerdo e nas correspondentes do direito, bem como no genu (extremo anterior) do corpo caloso, a rede de fibras neuronais que liga os dois hemisférios".

Se não usamos nosso cérebro, nos tornamos uns tontos

Pode resultar muito promissor descobrir que, se exercitamos nosso cérebro, enfrentaremos novos desafios cognitivos; se não perdermos o anseio de aprender, independentemente de nossa idade, poderemos hackear nosso cérebro para melhor. Mas isso tem uma contrapartida: se não o fizermos, nosso cérebro tenderá ao pior.

Ignoro se isso tem relação com o fato de que muitos conhecidos, uma vez que galgam postos trabalhistas que exigem menos raciocínio e mais autoridade, parecem cada vez menos brilhantes e engenhosos, como se tivessem colocado o piloto no automático vital e passam a se conduzir pela vida em modo zumbi, do tipo: "... levanto, vou trabalhar em algo monótono e aborrecido, pego as crianças no colégio, vejo um programa imbecil na TV, dou umazinha se a mulher não estiver com dor de cabeça e cama. Então, levanto, vou trabalhar em algo..." Mas a verdade é que nosso cérebro desaprende, se não o empregarmos com tanto afinco, como um músculo que se atrofia.

Por exemplo, no anterior exemplo dos praticantes de malabarismos, depois de abandonar a prática e decorrer um tempo, os escaneres revelavam que a substância cinza, que era tão pronunciada durante o treinamento, tinha minguado drasticamente. Todo aquele treinamento tinha começado a virar fumaça, não só a nível prático, senão inclusive a nível neuronal. Isto é, se não estamos reforçando conexões neuronais, estamos perdendo-as.

Nós podemos por um ponto final à nossa educação, se assim decidirmos. O cérebro, nunca. Seguirá reagindo ao uso que queiramos lhe propor. A diferença não está entre aprender ou não, senão em que e como. Podemos aprender a ser passivos, a abandonar-nos, em definitiva, a não aprender, como igualmente podemos ser curiosos, buscar, seguir aprendendo coisas que muito possivelmente nem sequer sabíamos que precisávamos saber, o cérebro agradece. [mdig]

Qual é a coisa que mais assusta as pessoas?

Você já parou para pensar qual é a coisa que as pessoas mais temem? 

Muitas coisas são assustadoras, claro. Existem várias fobias no mundo. A fobia é definida como o medo persistente de alguma coisa que representa pouco ou nenhum dano real. Isso pode parecer irracional – temer o que não pode lhe fazer mal – mas para aqueles que sentem o medo, a sensação é muito real.

Os indivíduos podem sofrer de fobias de um determinado objeto, animal, alimentos, atividade ou situação sem nenhuma razão aparentemente racional. Algumas fobias populares incluem aranhas, sangue, injeções de agulha, animais como cobras, morcegos ou cães, espaços fechados, voar, altura e raios.

Mas a coisa que as pessoas mais temem é algo bem mais comum: o medo de falar em público. E, apesar das fobias serem normalmente injustificáveis, a aversão a falar em público possui um perigo mais concreto. No núcleo do problema está uma ameaça muito real: a ameaça à própria auto-estima, auto-imagem e auto-eficácia. Segundo especialistas, quando falamos em público, damos oportunidade para que outros nos avaliem, potencialmente de forma negativa.

O que torna esta fobia ainda mais assustadora é o fato de que as pessoas não têm como pensar que isso “nunca vai acontecer”, como a fobia de ser atingido por um raio. A maioria das pessoas terá de enfrentar situações nas quais terão de falar em público, quer para um grupo pequeno ou grande.

A maioria das pessoas com medo de falar em público evita a fonte de sua ansiedade, mas quando forçado a essa situação, elas podem experimentar alguns sintomas como sensação de calor, sudorese, tremores, taquicardia, dificuldade respiratória, boca seca, náuseas, pânico e pavor.

Outras fobias reconhecidas, embora pareçam exageradas, incluem o medo de palavras grandes ou complicadas (hipopotomonstrosesquipedaliofobia), o medo de banana (bananafobia), de pessoas calvas (peladofobia), de bonecos (automatonofobia), de espelhos (eisoptrofobia), de flautas (aulofobia), de poesia (metrofobia), de flores (anatidaefobia), de sermões (homilofobia), de manteiga de amendoim que gruda no céu da boca (araquibutirofobia) e o medo de ouvir notícias boas (eufobia). [LifesLittleMysteries[Hypescience]

    As melhores maquiagens do cinema - parte II

    O cinema mundial está sempre inovando e surpreendendo a todos nós

    A cada ano surgem novos filmes de sucesso com maquiagens e personagens incríveis. Alguns personagens dos filmes bem fictícios possuem maquiagens perfeitas que dão impressão de que eles existem de verdade.

    Achei várias fotos dessas maquiagens incríveis. Uma mais estranha que a outra, mas ao mesmo tempo surpreendente com a capacidade que os profissionais tiveram para elaboração.

    Confiram:













    quarta-feira, 31 de julho de 2013

    As melhores maquiagens do cinema - parte I

    O cinema mundial está sempre inovando e surpreendendo a todos nós

    A cada ano surgem novos filmes de sucesso com maquiagens e personagens incríveis. Alguns personagens dos filmes bem fictícios possuem maquiagens perfeitas que dão impressão de que eles existem de verdade.

    Achei várias fotos dessas maquiagens incríveis. Uma mais estranha que a outra, mas ao mesmo tempo surpreendente com a capacidade que os profissionais tiveram para elaboração.

    Confiram:













    Beleza High-Tech: 5 novidades imperdíveis para cuidar do cabelo

    Quer cuidar do cabelo em casa mas tem medo de amadorismo? Confira uma seleção de equipamentos que vão facilitar a sua vida e dar ainda mais beleza aos fios


    Quer ajuda para arrumar os cabelos em casa? (Foto: ShutterStock)
    Gosta de cuidar do cabelo em casa? Então você faz parte de um grupo de meninas que fogem do agito e transformam a própria casa em salão. Inspiradas por tutoriais que ensinam penteados e truques, elas fazem dessas atividades não apenas uma forma mais barata de se produzir: são também momentos preciosos de dedicação à própria beleza. Cuidar-se em casa, porém, não precisa ser sinônimo de amadorismo. Além dos vídeos da internet, há no mercado equipamentos e produtos supertecnológicos que ajudam (e muito!) na hora de encher o quarto e o cabelo de glamour. Mãos à obra! 

    Babyliss ajuda cabelos danificados
    The Sultra® 'Bombshell' Reverse Cone (Foto: Reprodução)





    Esqueça o medo de destruir os fios na hora de moldá-los com babyliss. O aparelho The Sultra® 'Bombshell' Reverse Cone promete, além de cachos que começam na raiz e vão ganhando volume até virarem ondas, um tratamento para cabelos tingidos, secos ou danificados. O equipamento, que tem formato cônico, libera raios ultravioleta que funcionam como reparadores dos fios. Para completar, o kit inclui luvinhas e embalagem que protegem as mãos e os móveis da casa, respectivamente. Quem quiser experimentar pode, pelo valor de U$ 130,00.

    Secador com touch screen 
    CHI Touch Screen (Foto: Divulgação)



    Um painel touch screen faz do secador CHI um equipamento ligado no futuro! Tem três potências, três ajustes de íons e três temperaturas que deixam o ato de arrumar os fios o mais customizado possível. Os efeitos prometidos são: menos estática e menosfrizz. O preço por enquanto é de U$ 200,00 e outras vantagens são o silêncio e o conforto na hora de arrumar os cabelos (graças ao revestimento do secador).

    Prancha inteligente - e muito segura! 
    Sarah Potempa Ceramic Iron (Foto: Divulgação)





    Sarah Potempa Ceramic Iron é uma prancha inteligente. Além de ajustar a temperatura de acordo com a preferência de quem a utiliza, reduz o aquecimento quando colocada de lado – e basta pegá-la novamente que a temperatura sobe de volta, para alisar ou fazer ondas nos fios. Além disso, passados 45 minutos do momento em que o aparelho deixa de ser usado, ele desliga sozinho. 

    Rolinhos aquecidos para cachos rápidos
    Calista Tools Ion Hot Rollers (Foto: Reprodução)





    Calista Tools Ion Hot Rollers são apetrechos que agilizam o ato de encaracolar os fios. Afinal, colocar os rolinhos quentes na cabeça e deixá-los por alguns minutos toma bem menos tempo do que ao concluir um penteado com o babyliss em toda a extensão do cabelo. Para aquecer os rolos, uma plataforma controla a temperatura -e desde o momento em que o rolo é retirado dali, fica aquecido por quatro minutos. O kit, que está temporariamente esgotado na Sephora e na Amazon,costuma sair por U$ 99.

    Prancha com silicone
    Kiss Silicone Styler Flat Iron (Foto: Reprodução)





    Enquanto alisa os fios, a KISS Silicone Styler Flat Iron libera silicone sobre eles. Acondicionado nas duas pranchas de cerâmica, o produto ajuda no deslizamento e alisa o cabelo sem causar danos. O truque para isso está na tecnologia de turmalina: o aparelho emite íons negativos que atuam contra os íons positivos dos fios danificados. O resultado, de acordo com os fabricantes, é cabelo mais macio e brilhante. Para testar, basta desembolsar U$ 39,99 em algum Wallmart gringo – o produto ainda não está disponível no Brasil. [Revista Glamour]