quinta-feira, 29 de agosto de 2013

As 10 melhores cidades do mundo

Melbourne mantém-se na primeira posição e continua a ser a melhor cidade do mundo para se viver

Melbourne - Foto: Toby Melville/Reuters
Pela segunda vez consecutiva, Melbourne, na Austrália, é a melhor cidade do mundo para se viver. O pódio do City Liveability Ranking mantém-se igual ao do ano passado com Viena (Áustria) e Vancouver (Canadá) ocupando as segunda e terceira posições. O ranking é elaborado pela Economist Intelligence Unit, que faz parte do grupo que edita a revista The Economist.

Neste ano não há grandes surpresas no City Liveability Ranking, que todos os anos apresenta a lista das 140 melhores cidades do mundo para se viver. As posições são definidas com base numa combinação de estabilidade, cuidados de saúde, acesso à cultura e ambiente e infra-estruturas. 

De 0 a 100, as cidades recebem uma pontuação geral e por categorias, sendo que zero corresponde a “Intolerável” e 100 a “ideal”.
Tal como aconteceu em 2011, Melbourne, na Austrália, continua na liderança (97,5 pontos), e o pódio completa-se com Viena, a capital da Áustria, na segunda posição (97,4 pontos) e Vancouver, no Canadá, na terceira (97,3 pontos). O estudo justifica estas posições com desenvolvimento nas infra-estruturas.

Segundo a Economist Intelligence Unit, as primeiras posições são ocupadas por “cidades de tamanho médio dos países mais ricos com uma densidade populacional relativamente baixa”. 

Do quarto ao décimo lugar, as sete melhores cidades para se viver são: Toronto (Canadá), Calgary (Canadá), Adelaide (Austrália), Sydney (Austrália), Helsinque (Finlândia), Perth (Austrália) e Auckland (Nova Zelândia).

Apenas 1,8 pontos separam Melbourne de Auckland, que ocupa a décima posição. 

Daca (Bangladesh)
No fim da tabela as dez últimas posições – da pior para a melhor cidade para se viver – são ocupadas por: Daca (Bangladesh), Port Moresby (Papua-Nova Guiné), Lagos (Nigéria), Harare (Zimbabwe), Argel (Argélia), Carachi (Paquistão), Trípoli (Líbia), Douala (Camarões), Teerã (Irã), Abidjan (Costa do Marfim). Neste grupo as pontuações variaram entre 38,7 pontos, em Daca, e 45,9 pontos, em Abidjan.

Segundo o ranking, as pontuações das primeiras 65 cidades da lista mantêm-se idênticas às de há seis meses, o que pode ser justificado pelo fato de algumas economias terem começado a recuperar da crise econômica há alguns anos, “embora a persistência da crise na zona do euro e os rígidos orçamentos fiscais tenham atrasado alguns planos de melhoria, fazendo com que as pontuações permaneçam estáticas, em vez de subirem ou descerem”, lê-se no documento.

Se este ano as primeiras posições se mantêm iguais às do ano passado, em 2011 Melbourne empurrou Vancouver para o terceiro lugar, depois de dez anos na liderança. A cidade canadense perdeu pontos na categoria de infra-estrutura por ter fechado uma auto-estrada. [publico]

Grandes empresas são multadas por propaganda enganosa

Coca-Cola, Vivo e Tim são multadas por propaganda enganosa

A Coca-Cola e as empresas de telefonia celular Vivo e TIM foram multadas pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, do Ministério da Justiça, por veiculação de publicidade enganosa. Integrante do grupo Coca-Cola, o Sistema de Alimentos e Bebidas do Brasil (Saab) foi condenado a pagar uma multa de R$ 1,158 milhão por ter veiculado propaganda na qual dizia que o produto Laranja Caseira seria suco, e não néctar.

Néctar é suco acrescido de outras substâncias”, justificou o diretor do DPDC, Amaury de Oliva. “A informação é um dos direitos do consumidor, porque é por meio dela que ele saberá o que consume. Sem a informação plena, ele pode não exercer sua liberdade de escolha. Causa também problema para o mercado, pois acaba sendo desleal com as outras empresas que não usam de má-fé e informam corretamente seu consumidor”.

A Vivo foi multada em R$ 2,26 milhões pela forma “enganosa” como veiculou a campanha Vivo de Natal. “Durante a promoção de bônus, não ficavam claras para o consumidor as condições e as restrições da promoção. Eles prometiam que os consumidores ganhariam R$ 500 em ligações mais 500 torpedos. Só que as ligações estavam restritas a ligações locais e os torpedos eram restritos a um prazo de 30 dias”, informou Oliva.

A TIM foi multada em R$ 1,654 milhão pela campanha publicitária Namoro a Mil. “As limitações e condições da promoção não eram apresentadas de forma clara. Não informava que os mil minutos eram divididos em 12 meses, o que daria apenas 84 minutos por mês. Depois desse limite o consumidor era cobrado, frustrando a expectativa gerada pela promoção. Também não havia informação de que a promoção de [envio de] torpedos era limitado a 500. Dizia apenas que o consumidor ganharia também torpedos”, disse o diretor.

Oliva lamentou o fato de as empresas multadas tenderem a protelar, via Justiça, o pagamento das multas. “O recolhimento é muito baixo. Menos de 5% das multas aplicadas são pagas”, disse. “Não pagam porque é garantido a elas o direito de recorrer ao Poder Judiciário, o que acaba virando regra, mas temos observado uma tendência importante de os juízes exigirem das empresas caução dessas multas quando elas recorrem ao Judiciário. E quando dói no bolso, as ações ficam mais caras e acabam desestimulando-as”.

As empresas têm o prazo de dez dias após a publicação no Diário Oficial da União ou do recebimento da intimação formal da multa. “Deve estar para vencer, porque isso foi feito na semana passada”, informou o diretor. “Alguns advogados inclusive nos procuraram para saber detalhes sobre como apresentar os recursos”.

iPhone 5S e iPhone 6 são vistos na China

A ilustração criada pelo pessoal do site NowheElse.fr mostra como poderão ser os hipotéticos iPhone 5S e iPhone 6

Um internauta que se identifica como Old Yao publicou um mensagem no site chinês Sina Weibo (que é similar ao Twitter) em que ele afirma que um iPhone 5S e um iPhone 6 foram vistos num fornecedor da Apple.

Naturalmente, não há como saber se isso é verdade. Os aparelhos descritos podem ser só imitações do iPhone – algo que não falta na China. Old Yao diz que o iPhone 5S e o iPhone 6 foram vistos por um amigo dele. O primeiro seria muito parecido com o iPhone 5. Já o iPhone 6 seria mais longo, mais largo e mais fino.

O relato não tem, é claro, muita credibilidade. Mas outros rumores indicam que a Apple deve mesmo apresentar dois novos iPhones ainda neste ano. Em março, o blog japonês Macotakara diz ter recebido, de uma “fonte confiável”, a informação de que o iPhone 5S já está sendo fabricado pela Foxconn na China.

De fato, se a Apple pretende apresentar o iPhone 5S este ano, como muita gente diz, ela já deve estar iniciando a fabricação. Segundo o analista Ming-Chi Kuo, da KGI Securities, a Apple vai lançar um iPhone 5 redesenhado, com corpo em plástico em vez de metal. Será oferecido em seis cores e vai custar menos que o iPhone 5 atual.

Kuo diz que haverá também um iPhone 5S, mais avançado, que será vendido na faixa de preços atual do iPhone 5. Esse modelo deve manter o corpo metálico do iPhone 5 atual e trazer, como principais novidades, processador mais potente e câmera melhorada.

A principal divergência entre o relato de Old Yao e a previsão de Kuo está no modelo mais avançado, que Yao chama de iPhone 6 e, Kuo, de 5S. Kuo não prevê mudança no tamanho da tela neste ano. Aumentar a tela do iPhone poderia prejudicar a exibição dos aplicativos atuais, feitos para tela de 3,5 ou 4 polegadas. [Martin Hajek e Steve Hemmerstoffer / NowheElse.fr] [Exame] [info.abril]

Peeling sem química? Sim, senhora!

Neste guichê, saiba tudo sobre o tratamento natural que deixa a pele uma seda e pode até ser feito por grávidas

Acredite se quiser: há um peeling natural no mercado capaz de trazer benefícios dos bons à pele do rosto sem causar tanto incômodo (leia-se: ardência, sensibilidade e agressão) como o da versão química. A maravilha de beauté é conhecida como peeling Rose de Mer, um tratamento feito com ativos da flor encontrada no fundo do mar morto, que tem poder de renovar a derme graças à sua ação power esfoliante. “O produto é eficiente no que se refere à saúde e beleza da pele por remover o extrato córneo da epiderme, acelerando o processo de renovação celular”, explica a esteticista Flávia Medeiros, de São Paulo. 

A indicação médica (e tentadora!) vai para a ala das que sofrem com manchas de acne, melasma ou ruguinhas aparentes. Quem nunca, né? Então, eis aqui um possível aliado na hora de uniformizar e dar aquele up na textura e viço da pele.

Alô, alô, gestantes e mulheres com peles sensíveis! 
De acordo com Flávia Medeiros, o tratamento por ser 100% natural não entra em contato com a corrente sanguínea, mantendo bem longe os efeitos nocivos ao organismo. O produto nada mais é do que um pó composto por oligoelementos, clorofila e minerais da flor que, em contato com uma loção aquosa, vira uma máscara esfoliante. A descamação por aqui acontece entre o terceiro e o quinto dia, mas sem provocar tanta agressão como os peelings mais conhecidos, como o de ácido retinóico. “Após sete dias, é possível perceber uma pele bem mais saudável e com manchas e linhas de expressões reduzidas”, salienta Flávia. As sessões podem ser feitas a cada 30 dias, de acordo com necessidade do paciente. O valor médio de cada aplicação é de R$ 350.

Pele renovada com peeling, mas sem descamar? É pra já!
Tem horror ao “efeito-cobra”? Ok. Não precisa desanimar! Para aquelas que não querem descamar, mas precisam mandar embora as machas do rosto, a badalada esteticista Roseli Siqueira, de São Paulo, oferece um peeling com algas espongiárias da Bélgica. O tratamento, que é mais sutil e tão eficaz quanto os demais, já tem uma horda de adeptas como as blogueiras Lala Rudge e Gabriela Pugliesi e a atriz Maria Fernanda Candido. “O tratamento tem o poder de limpar e retirar as toxinas da pele, ativando a renovação celular de forma leve e gradual”, explica a profissional. Após três semanas já é possível notar o efeito embelezador na pele. O valor de cada sessão custa cerca de R$ 500.

N.E - nota da editora de beleza Andreia Meneguete
Sempre há certa resistência para acreditar nas benesses dos tratamentos estéticos, mas aí vai a minha percepção... Estava num relacionamento horrível com a minha pele... espinhas e mais espinhas na região do queixo e da bochecha. Todo dia era um chororô ao me olhar no espelho... Até que resolvi testar o Peeling Rose de Mer e vi a textura da minha pele mudar em uma semana, e as espinhas darem uma trégua no quesito inflamação. As manchas no rosto diminuíram razoavelmente em uma sessão. Já o tratamento com algas espongiárias foi um sucesso: fui religiosamente duas vezes na semana no período de um mês. Resultado? Minhas espinhas foram embora de vez e as manchas de acne na pele suavizaram que é uma beleza. Fiquei realmente bem encantada e feliz com o resultado.” 

Serviço:
Flávia Medeiros: (11) 97970-6040
Roseli Siqueira: (11) 3085-5688

11 orquídeas raras que se parecem com animais

A primeira da lista lembra vagamente a cara de um leão. Infelizmente não descobrimos o nome da espécie


Considerando que existem mais de 35 mil espécies de orquídeas no mundo, não é surpresa que encontremos exemplares de diversos tamanhos, cores e formatos. Contudo, algumas dessas espécies impressionam por sua semelhança com animais (mesmo aos olhos de pessoas com pouca imaginação), como você verá na seleção abaixo, organizada da menos para a mais similar.

11 – “Orquídea leão”

10 – Diuris
Encontrada na Austrália, essa flor é conhecida pelo apelido de “Donkey Orchid” (“Orquídea Burro”).
 9 – Ophrys reinholdii
Pessoas imaginativas dizem que a O. reinholdii lembra um bode – na humilde opinião deste redator, porém, ela está mais para um camelo roxo mutante. É encontrada nos Bálcãs, na Grécia, na Turquia, no Irã e no Iraque.
 8 – Phalaenopsis sp.
Algumas espécies desse gênero têm uma estrutura no centro que lembra a cabeça de um pássaro. São encontradas nas mesmas regiões que a O. Reinholdii.
 7 – Prosthechea cochleata
Típica da América Central, do Caribe e da Flórida (EUA), essa flor guarda semelhanças com pequenos polvos.
 6 – Ophrys apifera
Essa espécie se assemelha a uma abelha, o que ajuda a atrair insetos para a polinização. Na foto acima, me parece que está mais para um pequeno pato sorridente e com os braços abertos, mas quem sou eu para discutir com a natureza? É encontrada na Europa.
 5 – Habenaria radiata
Aqui a semelhança é difícil de negar: a parte central e as “asas” fazem com que essa orquídea se pareça com uma garçota (um tipo de garça). É encontrada na China, nas Coreias do Norte e do Sul e na Rússia.
 4 – Ophrys insectifera
Essa flor pertence ao mesmo gênero que a #6 e usa uma estratégia similar para atrair insetos (moscas, no caso). Como a O. apifera, é encontrada na Europa.
 3 – Peristeria elata
A estrutura central similar a uma pomba branca rendeu a essa orquídea o apelido de “Orquídea do Espírito Santo”. É encontrada na América Central.
 2 – Caleana major
Essa se parece com um pato voador (um pato estranhamente colorido, mas ainda assim um pato). Típica das regiões leste e sul da Austrália.
 1 – Dracula simia e Orchis simia
Por alguma razão, essas flores se parecem com macacos, seja apenas a “cabeça”, seja o “corpo” também (como é o caso da que aparece no canto superior direito do conjunto acima).

Procon divulga "lista negra" de comércio eletrônico; veja lojas que devem ser evitadas

Sessão Vale Reprise
Matéria originalmente publicada em 28 de novembro de 2012

Procon sugere que usuários consultem lista divulgada pelo órgão antes de comprar na web 

O Procon liberou, nesta quarta-feira (28), uma lista com 200 sites de vendas que devem ser evitados pelos consumidores (alguns já estão fora do ar). O levantamento, elaborado em ordem alfabética, não possui nenhuma página da web de grande visibilidade, como Extra ou Submarino. Clique aqui para ver a lista completa dos sites não confiáveis.

Os nomes que aparecem no documento foram selecionados de acordo com reclamações dos usuários. As principais irregularidades registradas são a falta de entrega do produto comercializado e ausência de respostas dos sites sobre as reclamações dos consumidores. 

As páginas, inclusive, não puderam ser encontradas pelo órgão em bancos de dados da Junta Comercial, Receita Federal e Registro BR (que registra os domínios do país). Por isso, segundo o Procon, não é possível resolver as queixas. 

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Tatuadores e perfuradores de SP temem efeitos de Ato Médico

Os olhos de Mariana de Queiroz, 21, estão bem vermelhos. Mas ela não cogita ir ao médico

O rubor é de propósito: tatuou de escarlate o branco dos globos e, piscando um deles, concorreu ao posto de miss da Tattoo Week

O evento é tipo uma São Paulo Fashion Week, só que para modas do corpo. Em vez de roupas, desfilam línguas bifurcadas (divididas em duas partes por um bisturi), lóbulos de orelha com alargadores (em que cabe uma latinha de refrigerante), dentes de ouro e outros acessórios que fazem tatuagem parecer coisa de criança.

A temporada traz com ela baladas como a Frrrkcon. Na pista de dança, festeiros se penduram no teto por anzóis que furam sua pele.

É o fim da picada?

Mariana de Queiroz, 21, que "tatuou" os olhos de vermelho - Toni Pires/Folhapress
Mas Mariana periga ser obrigada a procurar um médico, caso queira retocar o colorido do olho.

É que o Ato Médico, lei que determina o que os profissionais da saúde podem fazer, foi aprovado pela presidente Dilma Rousseff na semana passada.

Seu texto normatiza que cabe apenas a um médico fazer "procedimentos invasivos, sejam diagnósticos, terapêuticos ou estéticos". Tatuagens e piercings são considerados procedimentos invasivos.

"Temos medo de que a lei acabe restringindo nosso trabalho", diz o artista Snoopy, à frente da Associação dos Tatuadores e Perfuradores.

A aflição existe há mais de cinco anos, quando um grupo de tatuadores buscou o Conselho Federal de Medicina, responsável pelo texto da lei, e fez o acordo para que as agulhas de tatuagem ficassem fora da jurisdição dos doutores.

Segundo o conselho, o trato ainda vale. Salomão Rodrigues Filho, da entidade, afirma: "Não é interesse do médico fazer isso, ele não fará tatuagens ou piercing. Não tem nada a ver com ação terapêutica ou diagnóstica".

"Mas não está no papel que também pode ser feito por tatuador ou 'piercer'", ressalva Snoopy. "Então nunca se tem certeza."

Não que leis no papel façam muita diferença nesse mercado. Há na cidade 30 mil lojas especializadas em tatuagem ou piercing --99 em cada cem são clandestinas, calcula a associação do setor.

Ilegal é ilegal

Procedimentos da moda, como introduzir um soco inglês feito de silicone sob a pele, para que ele apareça em alto relevo, tampouco estão dentro da lei.

"Implante subcutâneo é invasivo, exige anestesia local e deveria ser feito por médico", afirma Rodrigues, do conselho de medicina.

O outro lado contra-ataca: "Já peguei muito piercing feito por médico que foi rejeitado pelo corpo. Eles não necessariamente sabem fazer melhor", diz o perfurador André Fernandes, no ofício desde 1997.

Um dos nomes em ascendência no ofício, Rafael Leão Dias já tingiu o branco dos olhos de 20 pessoas em um ano. "Tive treinamento de dois anos para fazer isso."

O pigmento utilizado para colorir o globo ocular deveria ter registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária, mas não tem.

"É impossível registrar tudo. O processo na Anvisa custa coisa de R$ 1 milhão", diz a artista Suzana Deiker. "Então trazemos produtos dos EUA ou da Europa e usamos."

Marina, a menina dos olhos vermelhos, diz que não teve problemas. "Doeu bastante. Mas a dor é rápida e a tinta fica para sempre."

Para "tatuar" os olhos, Mariana recorreu a um amigo, que fez o trabalho de graça; a tinta é inserida com três picadas de agulha no globo

O tatuador e piercer Luciano Iritsu, que também se pendura por ganchos que furam a pele, em prática conhecida como suspensão


Implantes em formato de bola no braço de Luciano, que organiza a balada Frrrkcon

O implante subcutâneo em formato de soco-inglês é feito de silicone e inserido através de um corte feito na pele, que depois é descolada dos músculos e ossos com uma espátula

O tatuador tem cicatrizes feitas com ferro em brasa nas mãos, processo é conhecido como escarificação

A massoterapeuta Vanessa Iritsu mostra seus "pontos de luz", espécie de brinco sem tarracha que é inserido na pele como um botão

Iritsu também implantou uma placa imantada sob a pele do dedo, para que tarrachas e objetos metálicos não escapem tão fácil da sua mão