sábado, 30 de julho de 2011

Agir é o correto!!!

Muita gente acredita que a elevação espiritual passa pelo simples discurso. Todos conhecem a velha frase "falar é fácil"! Percebemos que muito da postura coletiva e meramente discursiva, não é nada pratica e eficaz. É  mais fácil tentar convencer os outros do que criar uma atmosfera de evolução e partir para ação. É por isso que encontramos pessoas que falam uma coisa, mas vivem outra oposta ou diferente no cotidiano. O universo é sábio e mostra, de uma forma ou de outra, quando alguém esta blefando ou jogando dardos a deriva. Se você tem de fato uma proposta de crescimento, aja, antes que seja tarde demais... Os grandes mestres vivenciam mais do que falam  e, quando o fazem, a vida ao redor se enche de Paz e ensinamentos. Muito discurso é jogar palavras ao vento. Bjos e ótimo fds á todos.

Agir é o correto!!!

Muita gente acredita que a elevação espiritual passa pelo simples discurso. Todos conhecem a velha frase "falar é fácil"! Percebemos que muito da postura coletiva e meramente discursiva, não é nada pratica e eficaz. É  mais fácil tentar convencer os outros do que criar uma atmosfera de evolução e partir para ação. É por isso que encontramos pessoas que falam uma coisa, mas vivem outra oposta ou diferente no cotidiano. O universo é sábio e mostra, de uma forma ou de outra, quando alguém esta blefando ou jogando dardos a deriva. Se você tem de fato uma proposta de crescimento, aja, antes que seja tarde demais... Os grandes mestres vivenciam mais do que falam  e, quando o fazem, a vida ao redor se enche de Paz e ensinamentos. Muito discurso é jogar palavras ao vento. Bjos e ótimo fds á todos.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

O ex-presidente e a maconha...


Fernando Henrique Cardoso levantou a bandeira: aos 80 anos de idade, o ex-presidente resolveu debater a regulamentação das drogas. Estrelou um filme mostrando que a guerra comtra o tráfico é sangrenta, cara e ineficiente – e que o consumo de drogas não deve mais ser crime no Brasil. Como fazer isso? Debater, discutir – e plantar maconha em casa, quem sabe... TEXTO KARIN HUECK
O senhor está propondo a descriminalização de todas as drogas ou só da maconha?Em geral os países são mais lenientes com o uso da maconha argumentando que a maconha causa menos dano do que o tabaco e o álcool. E a proposta concreta que temos é que o uso da maconha seja regulado pelo Congresso.
O Brasil está preparado para esse passo?A sociedade tem que discutir. As drogas estão aumentando, e issso é ruim. O consumo está crescendo, e a violência também. A gente tem que fazer alguma coisa.
Na Argentina, o plantio da maconha não é mais crime. É uma opção para o Brasil?Se for para o caminho da regulação, pode ser uma opção. Mas tem que regular, ver que tipo de plantio está sendo feito. É doméstico? É medicinal?
Mas, sem uma opção como o plantio, a distribuição da maconha continuaria nas mãos do tráfico...Para descriminalizar, e não simplesmente reprimir, tem que haver algum mecanismo legal de produção – mas para isso, francamente, nós não estamos preparados. Eu sinto que a resistência ainda é grande.
O senhor conviveu com algum usuário de drogas?Nunca convivi. Eu vi agora para o filme. Fora disso, não. [Ele para pensar] Teve um caso de um filho de um amigo meu, mas ele hoje é normal. Há uma idéia de que, se você entrou nas drogas, não sai mais delas. As pesquisas não dizem isso. Há um momento na vida em que as pessoas experimentam. Para algumas, dura mais tempo, para outras, menos e elas saem. Há muito preconceito ainda.
Seu filme diz que pais educadores falam com jovens sobre drogas por meio do medo dizendo que elas podem matar. Mas a mioria das pessoas que usam drogas não morrem. Como o senhor conversa com seus filhos sobre esse assunto?É verdade, sempre falam pelo terror. Nós nunca fizemos isso, só falamos como esclarecimento. E nunca tivemos nenhum tipo de problemas. E olha que moramos na Califórnia na época do auge das drogas. Mas eu não quero generalizar. Outro dia eu estava fazendo exercícios físicos e uma senhora do meu prédio me disse que estava desesperada porque sua filha tinha entrado nas drogas e estava roubando. O que eu podia fazer? Eu ajudei. Chamei um médico, e ele a colocou no hospital. É isso que tem que fazer: tratar como paciente, como um doente.
O que o senhor acha das marchas da maconha e da liberdade que estão sendo reprimidas pela polícia? Os processos devem continuar?Eles vão continuar protestando. Faz parte da inquietação da juventude. Para mim, isso é liberdade de expressão e deve ser garantido

O ex-presidente e a maconha...


Fernando Henrique Cardoso levantou a bandeira: aos 80 anos de idade, o ex-presidente resolveu debater a regulamentação das drogas. Estrelou um filme mostrando que a guerra comtra o tráfico é sangrenta, cara e ineficiente – e que o consumo de drogas não deve mais ser crime no Brasil. Como fazer isso? Debater, discutir – e plantar maconha em casa, quem sabe... TEXTO KARIN HUECK
O senhor está propondo a descriminalização de todas as drogas ou só da maconha?Em geral os países são mais lenientes com o uso da maconha argumentando que a maconha causa menos dano do que o tabaco e o álcool. E a proposta concreta que temos é que o uso da maconha seja regulado pelo Congresso.
O Brasil está preparado para esse passo?A sociedade tem que discutir. As drogas estão aumentando, e issso é ruim. O consumo está crescendo, e a violência também. A gente tem que fazer alguma coisa.
Na Argentina, o plantio da maconha não é mais crime. É uma opção para o Brasil?Se for para o caminho da regulação, pode ser uma opção. Mas tem que regular, ver que tipo de plantio está sendo feito. É doméstico? É medicinal?
Mas, sem uma opção como o plantio, a distribuição da maconha continuaria nas mãos do tráfico...Para descriminalizar, e não simplesmente reprimir, tem que haver algum mecanismo legal de produção – mas para isso, francamente, nós não estamos preparados. Eu sinto que a resistência ainda é grande.
O senhor conviveu com algum usuário de drogas?Nunca convivi. Eu vi agora para o filme. Fora disso, não. [Ele para pensar] Teve um caso de um filho de um amigo meu, mas ele hoje é normal. Há uma idéia de que, se você entrou nas drogas, não sai mais delas. As pesquisas não dizem isso. Há um momento na vida em que as pessoas experimentam. Para algumas, dura mais tempo, para outras, menos e elas saem. Há muito preconceito ainda.
Seu filme diz que pais educadores falam com jovens sobre drogas por meio do medo dizendo que elas podem matar. Mas a mioria das pessoas que usam drogas não morrem. Como o senhor conversa com seus filhos sobre esse assunto?É verdade, sempre falam pelo terror. Nós nunca fizemos isso, só falamos como esclarecimento. E nunca tivemos nenhum tipo de problemas. E olha que moramos na Califórnia na época do auge das drogas. Mas eu não quero generalizar. Outro dia eu estava fazendo exercícios físicos e uma senhora do meu prédio me disse que estava desesperada porque sua filha tinha entrado nas drogas e estava roubando. O que eu podia fazer? Eu ajudei. Chamei um médico, e ele a colocou no hospital. É isso que tem que fazer: tratar como paciente, como um doente.
O que o senhor acha das marchas da maconha e da liberdade que estão sendo reprimidas pela polícia? Os processos devem continuar?Eles vão continuar protestando. Faz parte da inquietação da juventude. Para mim, isso é liberdade de expressão e deve ser garantido

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Décor - Cor de Inverno!!!

Eu sempre amei os tons claros, acho que eles iluminam o ambiente e vão bem com tudo. Na Escandinávia, a versatilidade da madeira, em especial e de tons claros, sempre foi muito explorada, sobretudo para levar luz aos ambientes gélidos do Hemisfério Norte. Agora é a nossa vez de reconhecer madeira clara, bambu, palhinha e couro. Na moda, a força do bege e sua nuances apareceu na última coleção de outono-inverno de Eduardo Pombal para a Tufi Duek, que foi justamente inspirada nos países nórdicos, havia até sandálias e ankle boots feitas com fibras de madeira. Tudo muito cool e fácil de combinar. Das casas para as passarelas e vice e versa, esse tom pegou de vez. Afinal, luz e sensação de conforto nunca são demais.
- Poltrona Zaha, de madeira natural, Dpot, R$ 8 880.
- Mesa Blow Up de bambu e vidro Benedixt, R$ 1074.
- Nestrest, de fibra, Dedon, Collectania, R$ 50 981.

Décor - Cor de Inverno!!!

Eu sempre amei os tons claros, acho que eles iluminam o ambiente e vão bem com tudo. Na Escandinávia, a versatilidade da madeira, em especial e de tons claros, sempre foi muito explorada, sobretudo para levar luz aos ambientes gélidos do Hemisfério Norte. Agora é a nossa vez de reconhecer madeira clara, bambu, palhinha e couro. Na moda, a força do bege e sua nuances apareceu na última coleção de outono-inverno de Eduardo Pombal para a Tufi Duek, que foi justamente inspirada nos países nórdicos, havia até sandálias e ankle boots feitas com fibras de madeira. Tudo muito cool e fácil de combinar. Das casas para as passarelas e vice e versa, esse tom pegou de vez. Afinal, luz e sensação de conforto nunca são demais.
- Poltrona Zaha, de madeira natural, Dpot, R$ 8 880.
- Mesa Blow Up de bambu e vidro Benedixt, R$ 1074.
- Nestrest, de fibra, Dedon, Collectania, R$ 50 981.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Casaqueto de tweed...

Ele é um clássico eu demorei a aderir e hoje confesso que essa peça empresta prestígio ao novo hi-lo. Aprenda a usá-lo:

1- Invista na causa.
Ele nunca desceu do trono. O legado vem desde 1928 quando Chanel lançou o tailleur. Mas, Como a última moda é coroar peças de herança ilustre, o casaqueto de tweed virou o rei deste inverno. Modelos P&B e com comprimento entre a cintura e os quadris têm serventia do dia á noite.

2- Como usar:
A ideia é subverter o ar solene do material com elementos modernos, como a calça flare e saia de couro. Até o tailleur pode ganhar cara nova: misture padrões diferentes, mas de tons idênticos, e complete com coturnos.

3- Confira a etiqueta.
Como o tweed é uma lã tramada, ele pode aumentar a silhueta. Versões que têm fios de seda na composição provocam menos volume.