terça-feira, 24 de julho de 2012

Luxo por menos...

Estou inlove por este hidrante labial, ele tem vitamina E e manteigas de cacau e de karité por isso os lábios ficam super hidratados já na primeira aplicação. O aroma de coco com abacaxi da vontade de comer e sem contar o charme do potinho que contam muitos pontos para nos que amamos embalagens.

CY - Bulkyz, CY- Zone - R$ 20, tel. 0800 7788992.

Luxo por menos...

Estou inlove por este hidrante labial, ele tem vitamina E e manteigas de cacau e de karité por isso os lábios ficam super hidratados já na primeira aplicação. O aroma de coco com abacaxi da vontade de comer e sem contar o charme do potinho que contam muitos pontos para nos que amamos embalagens.

CY - Bulkyz, CY- Zone - R$ 20, tel. 0800 7788992.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Casa Cor 2012 - MODA.ESTILO.TECNOLOGIA


Nesse fim de semana a Casa Cor encerrou a mostra de sucesso com a já tradicional “SPECIAL SALE” dos últimos dias. Para quem ainda não sabe, quase todos aqueles móveis e objetos incríveis que decoram todos os ambientes do evento são vendidos com até 70% de desconto.

CASA COR, o maior evento de arquitetura, decoração e paisagismo das Américas, e o segundo maior do mundo, apresentou este ano o tema “MODA. ESTILO. TECNOLOGIA”, retratando o universo fashion que se faz cada vez mais presente nos projetos de decoração. Como sempre, com a participação de arquitetos, decoradores, paisagistas e designers.

Seguindo a tradição de sempre inovar a cada edição, a CASA COR se consolida como o evento em que as tendências se materializam em ambientes reais e, principalmente, funcionais. Este ano, a mostra reforçou o novo momento da economia brasileira e do mercado de arquitetura e decoração, afinal, a moda está cada vez mais presente no dia a dia das pessoas. Estampas, materiais, texturas e cores que servem de referência para os estilistas estão sendo rapidamente absorvidos e ganham novas interpretações nos projetos de arquitetura, design de interiores e nos itens de construção.

Eis alguns ambientes da mostra:

























Casa Cor 2012 - MODA.ESTILO.TECNOLOGIA


Nesse fim de semana a Casa Cor encerrou a mostra de sucesso com a já tradicional “SPECIAL SALE” dos últimos dias. Para quem ainda não sabe, quase todos aqueles móveis e objetos incríveis que decoram todos os ambientes do evento são vendidos com até 70% de desconto.

CASA COR, o maior evento de arquitetura, decoração e paisagismo das Américas, e o segundo maior do mundo, apresentou este ano o tema “MODA. ESTILO. TECNOLOGIA”, retratando o universo fashion que se faz cada vez mais presente nos projetos de decoração. Como sempre, com a participação de arquitetos, decoradores, paisagistas e designers.

Seguindo a tradição de sempre inovar a cada edição, a CASA COR se consolida como o evento em que as tendências se materializam em ambientes reais e, principalmente, funcionais. Este ano, a mostra reforçou o novo momento da economia brasileira e do mercado de arquitetura e decoração, afinal, a moda está cada vez mais presente no dia a dia das pessoas. Estampas, materiais, texturas e cores que servem de referência para os estilistas estão sendo rapidamente absorvidos e ganham novas interpretações nos projetos de arquitetura, design de interiores e nos itens de construção.

Eis alguns ambientes da mostra:

























sexta-feira, 20 de julho de 2012

O Poder das Palavras...

O Poder das Palavras

Os publicitários não cansam de bater na mesma tecla: o poder das mensagens não está necessariamente em seu conteúdo, mas na forma com a qual as transmitimos.
Obcecada por este conceito, a agência inglesa especializada em conteúdo para internet Purple Feather, ativa desde 2000, produziu o pequeno filme-portfólio The Power of Words (“O Poder das Palavras”), que estourou no YouTube. Sugestão do leitor José Carlos Bolognese ao blog do Ricardo Setti.

O minivídeo, que foi dirigido por Seth Gardner e musicado pelo compositor escocês Giles Lamb (autor da trilha do recém-lançado videogame Resident Evil: Operation Racoon City), defende a tese do primeiro parágrafo apelando à emoção, presente tanto no argumento quanto na bonita melodia de piano escrita por Lamb.

Roteiro
Em uma praça pública vemos um deficiente visual, que pede esmolas tendo a seu lado cartaz de papelão com os dizeres “Sou cego, ajude-me”; os transeuntes até colaboram, mas sem muito entusiasmo, deixando mirrados centavos a cada passagem.
Tudo corre na mais tediosa normalidade até o surgimento de uma mulher, que se detém na frente do cego e escreve algo em outro pedaço de papelão. Ela parte misteriosamente, e logo em seguida dá-se início a uma verdadeira chuva de moedas sobre o perplexo pedinte.
A dama retorna e ouve do mendigo a pergunta: “o que você escreveu?”. Ao que ela responde “a mesma coisa, mas com outras palavras”. Só aí, então, a câmera mostra a mensagem redigida por ela: “É um lindo dia, e eu não posso vê-lo”.

Assistam:



Ideia reciclada
A ideia a respeito do “poder das palavras”, e de como uma simples alteração no texto pode fazer uma enorme diferença, é velha conhecida na rede. Inclusive quando associada à cegueira. Já nos anos 1990, um viral percorria o mundo via e-mail – sim, naquela longínqua década ainda propagava-se informação digital desta maneira – com o mote “é primavera em Paris, e eu não posso ver”.

O Poder das Palavras...

O Poder das Palavras

Os publicitários não cansam de bater na mesma tecla: o poder das mensagens não está necessariamente em seu conteúdo, mas na forma com a qual as transmitimos.
Obcecada por este conceito, a agência inglesa especializada em conteúdo para internet Purple Feather, ativa desde 2000, produziu o pequeno filme-portfólio The Power of Words (“O Poder das Palavras”), que estourou no YouTube. Sugestão do leitor José Carlos Bolognese ao blog do Ricardo Setti.

O minivídeo, que foi dirigido por Seth Gardner e musicado pelo compositor escocês Giles Lamb (autor da trilha do recém-lançado videogame Resident Evil: Operation Racoon City), defende a tese do primeiro parágrafo apelando à emoção, presente tanto no argumento quanto na bonita melodia de piano escrita por Lamb.

Roteiro
Em uma praça pública vemos um deficiente visual, que pede esmolas tendo a seu lado cartaz de papelão com os dizeres “Sou cego, ajude-me”; os transeuntes até colaboram, mas sem muito entusiasmo, deixando mirrados centavos a cada passagem.
Tudo corre na mais tediosa normalidade até o surgimento de uma mulher, que se detém na frente do cego e escreve algo em outro pedaço de papelão. Ela parte misteriosamente, e logo em seguida dá-se início a uma verdadeira chuva de moedas sobre o perplexo pedinte.
A dama retorna e ouve do mendigo a pergunta: “o que você escreveu?”. Ao que ela responde “a mesma coisa, mas com outras palavras”. Só aí, então, a câmera mostra a mensagem redigida por ela: “É um lindo dia, e eu não posso vê-lo”.

Assistam:



Ideia reciclada
A ideia a respeito do “poder das palavras”, e de como uma simples alteração no texto pode fazer uma enorme diferença, é velha conhecida na rede. Inclusive quando associada à cegueira. Já nos anos 1990, um viral percorria o mundo via e-mail – sim, naquela longínqua década ainda propagava-se informação digital desta maneira – com o mote “é primavera em Paris, e eu não posso ver”.

O Poder das Palavras...

O Poder das Palavras

Os publicitários não cansam de bater na mesma tecla: o poder das mensagens não está necessariamente em seu conteúdo, mas na forma com a qual as transmitimos.
Obcecada por este conceito, a agência inglesa especializada em conteúdo para internet Purple Feather, ativa desde 2000, produziu o pequeno filme-portfólio The Power of Words (“O Poder das Palavras”), que estourou no YouTube. Sugestão do leitor José Carlos Bolognese ao blog do Ricardo Setti.

O minivídeo, que foi dirigido por Seth Gardner e musicado pelo compositor escocês Giles Lamb (autor da trilha do recém-lançado videogame Resident Evil: Operation Racoon City), defende a tese do primeiro parágrafo apelando à emoção, presente tanto no argumento quanto na bonita melodia de piano escrita por Lamb.

Roteiro
Em uma praça pública vemos um deficiente visual, que pede esmolas tendo a seu lado cartaz de papelão com os dizeres “Sou cego, ajude-me”; os transeuntes até colaboram, mas sem muito entusiasmo, deixando mirrados centavos a cada passagem.
Tudo corre na mais tediosa normalidade até o surgimento de uma mulher, que se detém na frente do cego e escreve algo em outro pedaço de papelão. Ela parte misteriosamente, e logo em seguida dá-se início a uma verdadeira chuva de moedas sobre o perplexo pedinte.
A dama retorna e ouve do mendigo a pergunta: “o que você escreveu?”. Ao que ela responde “a mesma coisa, mas com outras palavras”. Só aí, então, a câmera mostra a mensagem redigida por ela: “É um lindo dia, e eu não posso vê-lo”.

Assistam:



Ideia reciclada
A ideia a respeito do “poder das palavras”, e de como uma simples alteração no texto pode fazer uma enorme diferença, é velha conhecida na rede. Inclusive quando associada à cegueira. Já nos anos 1990, um viral percorria o mundo via e-mail – sim, naquela longínqua década ainda propagava-se informação digital desta maneira – com o mote “é primavera em Paris, e eu não posso ver”.