sábado, 27 de outubro de 2012

Homem realiza parto com ajuda do Google

Desesperado, pai recorre ao Google quando sua mulher entrou em trabalho de parto

Leroy Smith não fazia idéia do que fazer quando sua esposa Emma, de 25 anos, começou a ter fortes contrações em casa. Ele já havia chamado a parteira, mas como ela estava demorando, ele decidiu usar a internet. Leroy pegou seu blackberry, entrou no Google e pesquisou “como fazer um parto” no popular site de pesquisas. O jovem de 29 anos procurou sites que mostravam o passo-a-passo de um parto.

Depois de seguir as instruções encontradas online, Leroy conseguiu realizar o parto de sua filha Mahalia Merita Angela Smith, que nasceu com saudáveis três quilos. Apenas cinco minutos após o fim do nascimento da filha, a parteira chegou para cortar o cordão umbilical da quarta filha do casal. De acordo com o heróico marido, a parteira havia feito uma visita a Emma naquele mesmo dia e tudo estava bem.

“As contrações voltaram à noite, então pedimos que ela voltasse, mas tudo aconteceu tão rapidamente que percebi que Emma ia dar à luz naquele momento”, diz o pai. “Eu estava muito nervoso, nunca pensei que teria que fazer algo assim”, afirma. Segundo o pai, foi um momento “incrível”, pois só o casal estava na casa – os outros filhos estavam na casa dos avós.

“Quando a parteira chegou e disse que eu tinha feito um bom trabalho, eu nem podia acreditar no que tinha feito. E Emma foi tão corajosa que nem precisou de nenhum analgésico”, conta o orgulhoso pai. Leroy também conta que, antes do parto caseiro, sua esposa reclamava do tempo que ele passava brincando com o seu celular, mas que agora Emma “mudou de tom”. [The Sun]

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Desesperado, pai recorre ao Google quando sua mulher entrou em trabalho de parto

Leroy Smith não fazia idéia do que fazer quando sua esposa Emma, de 25 anos, começou a ter fortes contrações em casa. Ele já havia chamado a parteira, mas como ela estava demorando, ele decidiu usar a internet. Leroy pegou seu blackberry, entrou no Google e pesquisou “como fazer um parto” no popular site de pesquisas. O jovem de 29 anos procurou sites que mostravam o passo-a-passo de um parto.

Depois de seguir as instruções encontradas online, Leroy conseguiu realizar o parto de sua filha Mahalia Merita Angela Smith, que nasceu com saudáveis três quilos. Apenas cinco minutos após o fim do nascimento da filha, a parteira chegou para cortar o cordão umbilical da quarta filha do casal. De acordo com o heróico marido, a parteira havia feito uma visita a Emma naquele mesmo dia e tudo estava bem.

“As contrações voltaram à noite, então pedimos que ela voltasse, mas tudo aconteceu tão rapidamente que percebi que Emma ia dar à luz naquele momento”, diz o pai. “Eu estava muito nervoso, nunca pensei que teria que fazer algo assim”, afirma. Segundo o pai, foi um momento “incrível”, pois só o casal estava na casa – os outros filhos estavam na casa dos avós.

“Quando a parteira chegou e disse que eu tinha feito um bom trabalho, eu nem podia acreditar no que tinha feito. E Emma foi tão corajosa que nem precisou de nenhum analgésico”, conta o orgulhoso pai. Leroy também conta que, antes do parto caseiro, sua esposa reclamava do tempo que ele passava brincando com o seu celular, mas que agora Emma “mudou de tom”. [The Sun]

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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Dieta com altos níveis de carboidrato pode causar Alzheimer


Um estudo da respeitada Clínica Mayo (EUA) indica que idosos que mantém uma dieta rica em carboidratos são quatro vezes mais propensos a desenvolver transtorno cognitivo leve (TCL), um precursor para a doença de Alzheimer. Dietas ricas em açúcar também aumentam o risco.

Por outro lado, dietas ricas em proteínas e gorduras boas parecem oferecer alguma proteção aos mais velhos: os idosos que consumiam bastante dessas classes de alimento eram menos propensos a sofrer declínio cognitivo.

O estudo

Os pesquisadores analisaram 1.230 pessoas com 70 a 89 anos e pediram-lhes para fornecer informações sobre o que comeram no ano anterior. 

Entre esse grupo, apenas 940 pessoas que não apresentaram sinais de comprometimento cognitivo foram convidadas a retornar para acompanhamentos a cada 15 meses. 

No quarto ano do estudo, 200 dos 940 estavam começando a mostrar comprometimento cognitivo leve, como problemas de memória, linguagem, pensamento e julgamento. 

Em comparação com os 20% de pessoas com o menor consumo de carboidrato, os 20% com o maior consumo tinham um risco 3,68 vezes maior de apresentar TCL. 

Por dieta rica em carboidratos, os pesquisadores consideraram alto consumo de alimentos ditos carboidratos complexos (arroz, pão, massas, cereais), que o sistema digestivo transforma em açúcares, e de carboidratos simples (frutas, legumes e produtos lácteos, por exemplo). 

Já as pessoas cujas dietas eram mais ricas em gorduras “boas”, como as encontradas em nozes e óleos saudáveis, eram 42% menos propensas a ter disfunção cognitiva. Aquelas com uma alta ingestão de proteínas (como carne e peixe) tiveram um risco reduzido de 21%. 

“Se nós pudéssemos impedir o desenvolvimento de TCL, talvez pudéssemos impedir as pessoas de desenvolver demência. Uma vez que a pessoa chega ao estágio de demência, é irreversível”, disse Rosebud Roberts, principal autora do estudo. 

Carboidratos = inimigos? 

Segundo Roberts, uma alta ingestão de carboidratos pode ser ruim porque eles impactam o metabolismo da glicose e insulina.
“Açúcar abastece o cérebro, portanto a ingestão moderada é boa. No entanto, níveis elevados de açúcar podem impedir o cérebro de utilizá-lo como combustível, semelhante ao que vemos com a diabetes tipo 2”, explica. 

Os níveis elevados de glicose podem afetar vasos sanguíneos do cérebro e desempenhar um papel importante no desenvolvimento das placas amiloides beta, proteínas tóxicas para a saúde cerebral que são encontradas nos cérebros de pessoas com Alzheimer, e que podem ser a principal causa da doença.

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Dieta com altos níveis de carboidrato pode causar Alzheimer


Um estudo da respeitada Clínica Mayo (EUA) indica que idosos que mantém uma dieta rica em carboidratos são quatro vezes mais propensos a desenvolver transtorno cognitivo leve (TCL), um precursor para a doença de Alzheimer. Dietas ricas em açúcar também aumentam o risco.

Por outro lado, dietas ricas em proteínas e gorduras boas parecem oferecer alguma proteção aos mais velhos: os idosos que consumiam bastante dessas classes de alimento eram menos propensos a sofrer declínio cognitivo.

O estudo

Os pesquisadores analisaram 1.230 pessoas com 70 a 89 anos e pediram-lhes para fornecer informações sobre o que comeram no ano anterior. 

Entre esse grupo, apenas 940 pessoas que não apresentaram sinais de comprometimento cognitivo foram convidadas a retornar para acompanhamentos a cada 15 meses. 

No quarto ano do estudo, 200 dos 940 estavam começando a mostrar comprometimento cognitivo leve, como problemas de memória, linguagem, pensamento e julgamento. 

Em comparação com os 20% de pessoas com o menor consumo de carboidrato, os 20% com o maior consumo tinham um risco 3,68 vezes maior de apresentar TCL. 

Por dieta rica em carboidratos, os pesquisadores consideraram alto consumo de alimentos ditos carboidratos complexos (arroz, pão, massas, cereais), que o sistema digestivo transforma em açúcares, e de carboidratos simples (frutas, legumes e produtos lácteos, por exemplo). 

Já as pessoas cujas dietas eram mais ricas em gorduras “boas”, como as encontradas em nozes e óleos saudáveis, eram 42% menos propensas a ter disfunção cognitiva. Aquelas com uma alta ingestão de proteínas (como carne e peixe) tiveram um risco reduzido de 21%. 

“Se nós pudéssemos impedir o desenvolvimento de TCL, talvez pudéssemos impedir as pessoas de desenvolver demência. Uma vez que a pessoa chega ao estágio de demência, é irreversível”, disse Rosebud Roberts, principal autora do estudo. 

Carboidratos = inimigos? 

Segundo Roberts, uma alta ingestão de carboidratos pode ser ruim porque eles impactam o metabolismo da glicose e insulina.
“Açúcar abastece o cérebro, portanto a ingestão moderada é boa. No entanto, níveis elevados de açúcar podem impedir o cérebro de utilizá-lo como combustível, semelhante ao que vemos com a diabetes tipo 2”, explica. 

Os níveis elevados de glicose podem afetar vasos sanguíneos do cérebro e desempenhar um papel importante no desenvolvimento das placas amiloides beta, proteínas tóxicas para a saúde cerebral que são encontradas nos cérebros de pessoas com Alzheimer, e que podem ser a principal causa da doença.

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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Reacender um romance rompido é uma péssima ideia

Ciência diz não às recaídas!
Pesquisadores afirmam que relacionamentos cíclicos podem ser prejudiciais à saúde psicológica dos envolvidos.


Âmbar Vennum, professor assistente de Estudos da Família na Kansas State University, está estudando casais com relações cíclicas - termo usado para casais que rompem o relacionamento e em seguida voltam a ficar juntos. O objetivo do estudo é saber como isso afeta o relacionamento.

"Tem havido pouca pesquisa sobre esse assunto, mas acontece que as relações cíclicas são bastante comuns", disse Vennum. "Cerca de 40% dos jovens americanos em idade universitária estão atualmente em um relacionamento onde eles se separaram e voltaram atrás. Isso é chocante, especialmente quando você leva em conta as consequencias de um relacionamento cíclico".

A equipe estudou as estratégias utilizadas pelos casais para o rompimento e suas razões para voltarem atrás. Os pesquisadores descobriram que alguns casais disseram que voltaram porque acreditavam que seu parceiro havia mudado para melhor - mas os resultados indicaram o contrário.

A maioria dos casais tende a ser ambíguo sobre o fim do relacionamento", disse Vennum. "Por isso, não fica claro porque se separaram e o que os levou a continuar o relacionamento. Em outros casos, o rompimento foi unilateral e uma pessoa persegue a outra até eles voltarem".

Vennum também analisou o efeito de ciclicidade antes e depois do casamento. Ele descobriu que casais cíclicos durante o namoro tendem a ser cíclicos depois de casados. Além disso, esses casais são mais propensos a experimentar uma separação experimental durante os três primeiros anos de casamento. 

Vennum está atualmente preparando suas descobertas para publicação. Ele também tem conselhos para os casais que romperam: Se quiserem voltar a ficar juntos, certifiquem-se que a decisão foi cuidadosamente considerada e ambos têm intenção de envidar esforços para que o rompimento não volte a acontecer. Caso contrário, voltar não é uma boa ideia. 



Reacender um romance rompido é uma péssima ideia

Ciência diz não às recaídas!
Pesquisadores afirmam que relacionamentos cíclicos podem ser prejudiciais à saúde psicológica dos envolvidos.


Âmbar Vennum, professor assistente de Estudos da Família na Kansas State University, está estudando casais com relações cíclicas - termo usado para casais que rompem o relacionamento e em seguida voltam a ficar juntos. O objetivo do estudo é saber como isso afeta o relacionamento.

"Tem havido pouca pesquisa sobre esse assunto, mas acontece que as relações cíclicas são bastante comuns", disse Vennum. "Cerca de 40% dos jovens americanos em idade universitária estão atualmente em um relacionamento onde eles se separaram e voltaram atrás. Isso é chocante, especialmente quando você leva em conta as consequencias de um relacionamento cíclico".

A equipe estudou as estratégias utilizadas pelos casais para o rompimento e suas razões para voltarem atrás. Os pesquisadores descobriram que alguns casais disseram que voltaram porque acreditavam que seu parceiro havia mudado para melhor - mas os resultados indicaram o contrário.

A maioria dos casais tende a ser ambíguo sobre o fim do relacionamento", disse Vennum. "Por isso, não fica claro porque se separaram e o que os levou a continuar o relacionamento. Em outros casos, o rompimento foi unilateral e uma pessoa persegue a outra até eles voltarem".

Vennum também analisou o efeito de ciclicidade antes e depois do casamento. Ele descobriu que casais cíclicos durante o namoro tendem a ser cíclicos depois de casados. Além disso, esses casais são mais propensos a experimentar uma separação experimental durante os três primeiros anos de casamento. 

Vennum está atualmente preparando suas descobertas para publicação. Ele também tem conselhos para os casais que romperam: Se quiserem voltar a ficar juntos, certifiquem-se que a decisão foi cuidadosamente considerada e ambos têm intenção de envidar esforços para que o rompimento não volte a acontecer. Caso contrário, voltar não é uma boa ideia. 



Por que a gestação de humanos dura nove meses?

Filhotes de outros animais já nascem independentes, mas os seres humanos precisariam de 21 meses de gravidez para que isso acontecesse


(Fonte da imagem: Reprodução/Mundodastribos) 

Uma das diferenças entre os bebês humanos e os de outros animais é o fato de que as pequenas crianças necessitam de cuidados contínuos por um longo período de tempo. E a ciência já sabe que isso é o resultado de uma gestação curta, o que resulta em um cérebro “incompleto”. 

Para que os bebês humanos nascessem independentes como os outros animais, seria necessário que a mãe suportasse uma gestação de 18 a 21 meses — o que realmente não é possível. 

Até pouco tempo atrás, pensava-se que o tamanho da bacia interferia no tempo de gravidez. Ou seja, a estrutura do corpo da mulher não poderia sustentar uma gestação tão grande, pois o corpo dela não conseguiria abrigar um bebê muito grande. 

Contudo, uma nova pesquisa realizada por estudiosos da Universidade de Rhode Island está mudando essa teoria... 

Bebês maiores “custam caro” para a mãe 

Em primeiro lugar, foi observado que a bacia da mulher se desenvolveu para se adaptar ao tamanho dos fetos em desenvolvimento. Dessa maneira, ela poderia andar e continuar com as suas atividades normalmente — ou seja, a estrutura dos ossos não interfere na gestação como se pensava. 

O fator mais importante que impede uma gravidez longa é o consumo de calorias pelo bebê. Depois de nove meses de gestação, a criança começaria a consumir uma quantidade de “energia” muito grande, de modo que a mãe não conseguiria sustentar os dois corpos. 

Dessa forma, o desenvolvimento do feto precisa ser barrado ou ele e a mãe acabariam morrendo por falta de nutrientes. Portanto, a solução arranjada pela “natureza” é o desenvolvimento fora do organismo da mulher, sustentado pelo metabolismo da criança. 

No entanto, essa hipótese ainda está sendo estudada para ser realmente comprovada perante a comunidade científica. [Scientific American] [Rafael Gazzarrini][ Tecmundo]